Nandinho em exclusivo ao Bola na Rede: «O Paulinho está a colher o que semeou, merece muito esta chamada à Seleção»

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Em exclusivo ao Bola na Rede, Nandinho, treinador do Al Muharraq, avalia a sua experiência no Bahrain e o possível regresso a Portugal. O técnico analisa ainda a atual Primeira Liga e o papel de Paulinho na Seleção Nacional.

Fernando Santos, conhecido no mundo do futebol por Nandinho, cumpre a sua terceira época no Médio Oriente ao comando do Al Muharraq, do Bahrain. Com um currículo vasto nas ligas profissionais portuguesas, onde orientou clubes como o Gil Vicente, Famalicão e B SAD, o técnico de 53 anos concedeu uma entrevista exclusiva ao Bola na Rede. Ao longo da conversa, o treinador fez um balanço da sua aventura e adaptação ao futebol asiático, perspetivou o desejo de regressar a Portugal e analisou a atual edição da Primeira Liga. Houve ainda espaço para avaliar a evolução de Paulinho, seu antigo jogador em Barcelos, e projetar as reais ambições da Seleção Nacional para o Campeonato do Mundo de 2026.

Bola na Rede: Antes de mais, em nome do Bola na Rede, queria agradecer-lhe imenso a sua disponibilidade para esta entrevista.

Nandinho: Boas, tudo bem? Ora essa, de nada.

Bola na Rede: Mister, rumou ao Médio Oriente há três épocas e assumiu o comando do Al Muharraq. Como tem corrido esta experiência, que principais diferenças encontra face à realidade do futebol português e europeu, e que balanço faz dos jogos já disputados na AFC Champions League Two?

Nandinho: Sim, tem corrido bem. Eu já vim para cá há três anos, há três épocas atrás, com uma primeira época no Al Ahli, um clube histórico, em que fizemos a melhor classificação dos últimos 20 anos e vencemos a Taça do Rei, que já não ganhavam há mais de 20. E isso fez com que também deixasse portas abertas quando regressei a Portugal. Entretanto, tive uma experiência na Arábia Saudita, na segunda liga, no Al Bukayriyah. Uma experiência também muito positiva em que chegamos com o clube em último lugar e, ao fim de três meses – foi o tempo que eu tive lá, porque entretanto transferi-me para aqui para o Bahrain, o Al Muharraq foi-me buscar ao Al Bukayriyah -, deixamos a equipa em oitavo lugar, uma posição tranquila. Na época passada, quando vim para aqui, vim praticamente a terminar a primeira volta. Fiz os últimos dois jogos da primeira volta e a segunda volta e acabamos por ser campeões. Portanto, a experiência tem sido positiva. Este ano, fruto de sermos campeões, jogamos a Champions. Começamos muito bem, com duas vitórias, depois as coisas foram-se complicando com lesões, tivemos um interrupção de um mês sem jogar e, quando voltamos a competir, praticamente passados dois, três dias, tínhamos o jogo decisivo da Champions e acabamos por ser eliminados pelo Esteghlal. Eles vinham com muito mais ritmo do que nós porque não tinham parado o campeonato. E nós sentimos realmente isso. Entretanto, aqui no campeonato, tivemos na final da Taça da Liga, perdemos nos pênaltis e agora faltam as outras duas competições. Tivemos a Supertaça há coisa de uma semana, mas foram os sub-21 que jogaram. Não foi a minha equipa que jogou. E agora temos duas competições: ainda as meias-finais da Taça do Rei, que será jogada dia 11 de abril. E o campeonato, faltam seis jogos, estamos em segundo lugar, a dois pontos do primeiro. Estamos na luta, as coisas estão a correr dentro do que é expectável, uma equipa de uma exigência grande, que é uma equipa grande aqui do Bahrain. E estamos na luta pelos títulos e pelos mais importantes e por isso está a correr bem. Relativamente às diferenças, é claro que é muito diferente treinar na Europa, treinar aqui, desde logo pela cultura, pelos hábitos. É tudo diferente aqui. Temos que ter um bocadinho mais de paciência com os jogadores. Temos que nos adaptar um bocadinho à cultura, à forma de pensar deles. E isso é difícil em termos de profissionalismo, apesar de eu estar numa equipa que é 100% profissional, é diferente do profissionalismo e dos jogadores europeus ou noutros países. Ainda não há aquele profissionalismo a tempo inteiro e de levarem isto única e exclusivamente. Até porque tenho alguns jogadores, não muitos, que têm outras profissões também, que fazem parte do exército, fazem parte da polícia. E desde logo isso altera um bocadinho aquilo que é o profissionalismo, aquilo que vimos como profissionalismo na Europa e aqui.

Nandinho Al Muharraq
Fonte: Al Muharraq

«está sempre nos meus planos regressar a Portugal e poder treinar a Primeira Liga»

Nandinho

Bola na Rede: Falando agora um bocadinho sobre o campeonato português, o que é que está a achar desta temporada, tendo também em conta o seu historial nas ligas profissionais em Portugal ao serviço de clubes como Gil Vicente, Famalicão e B SAD?

Nandinho: Sim. Olha, relativamente ao campeonato, acho que o FC Porto está muito forte esta época. Fez uma excelente equipa com jogadores jovens, mas de muita qualidade. Vejo um Sporting também a um grande nível, um Sporting que não tem vacilado muito àquilo que nos habituou nas últimas épocas. E o Benfica, que melhorou bastante agora com a entrada do José Mourinho, tem vindo a melhorar se calhar um bocadinho já tarde, porque já tem um défice de pontos relativamente ao Futebol Clube do Porto. Vi um Braga também muito capaz e muito competitivo, apesar de alguns altos e baixos. Mas com um excelente plantel, uma boa equipa, uma boa proposta de jogo e tenho visto um campeonato acima de tudo puxado mais por essas três equipas e mais equilibrado depois daí para baixo. Mesmo a nível de lugares de descida, à exceção do AVS que já leva uma grande distância dos outros, há um grande equilíbrio dos primeiros seis, sete clubes para baixo.

Bola na Rede: Olhando para o futuro e para os próximos passos que der na carreira, o regresso a Portugal e à Primeira Liga fazem parte dos seus planos?

Nandinho: Sim, está sempre nos meus planos regressar a Portugal e poder treinar a Primeira Liga. Eu aí em Portugal só treinei na Segunda Liga. Os projetos que tive foram projetos de Segunda Liga. Quando estive próximo de ir para a Primeira Liga, as coisas acabaram por não acontecer. E sim, gostaria de um dia regressar a Portugal e de ter uma experiência numa Primeira Liga. Mas não depende só exclusivamente de mim, depende também dos clubes em Portugal e se estarão atentos ou não ao trabalho que tenho vindo a desenvolver. Mas o meu foco, como eu digo, é o presente, é focar naquilo que é a minha realidade. Agora estou aqui e quando terminar a época, daqui por dois meses, sou um treinador livre e vou decidir o meu futuro, se continuarei por estes lados, se irei para outro projeto fora destes países. Não sei. Vamos ver o que é que se irá passar.

«é com muito orgulho que eu vejo a evolução do Paulinho. Acho que merece esta chamada à seleção»

Nandinho

Bola na Rede: Queria perguntar-lhe se tem acompanhado a evolução do Paulinho. Falar sobre o Paulinho de antigamente, quando trabalhou consigo no Gil Vicente, e do Paulinho de agora. Ele faz uma grande época a seguir à sua, sai para o Braga, faz grandes temporadas, vai para o Sporting , e agora está em grande forma no Toluca e volta à Seleção Nacional. Quais são as principais diferenças que nota nele e que qualidades já lhe reconhecia na altura em que o treinou?

Nandinho: As diferenças para agora, é que é um jogador mais maduro, é um jogador mais conhecedor, sabe bem os terrenos que pisa. Foi um jogador que foi evoluindo técnica e taticamente. Quando eu conheci o Paulinho, ele era um segundo avançado que muitas vezes jogava como ala. Chegou a jogar como ala, chegou a jogar como segundo avançado, não era propriamente o ponta de lança de referência. Quando chegou ao Braga, começou a sê-lo. E depois no Sporting a mesma coisa. Se bem que com o Gyökeres, jogava um bocadinho mais por trás como um segundo avançado. E eu acho que essa é uma posição que o beneficia muito, porque é um jogador que gosta de se vir associar, de receber bola entrelinhas, de buscar jogo mais baixo, que tem muita qualidade na definiçco, tem um bom passe e depois aparece muito bem de trás para a frente. É um jogador que aproveita bem os espaços criados pelos colegas para aparecer. Mas é evidente que cada treinador tem a sua forma de o potenciar e ele no Toluca tem sido um avançado mais de referência e tem feito golos. E sim, é com muito orgulho que eu vejo a evolução dele, do Paulinho. Acho que merece esta chamada. Apesar de não ter sido convocado na primeira chamada – e é fruto um bocadinho também daquilo que são as lesões do Rodrigo Moura e do Rafael Leão -, mas é um prémio também para aquilo que ele tem vindo a fazer no seu clube durante estes últimos três anos no México. Tem sido sempre o goleador do campeonato, num campeonato forte, competitivo. Numa das melhores ligas, apesar de não ter a visibilidade se calhar que têm outras ligas, mas é uma das melhores ligas a nível mundial. E claro, fico muito orgulhoso por esta chamada. Eu tinha falado há coisa de duas semanas com alguns jornalistas mexicanos e ainda agora tenho recebido algumas mensagens de jornalistas mexicanos para falar sobre ele.E é a realidade, o Paulinho está a colher aquilo que semeou. Foi um jogador sempre muito abnegado, muito resiliente. Mesmo nos maus momentos teve capacidade para se erguer e eu lembro-me no Sporting de ser muito criticado e ele sempre respondeu com o seu trabalho, com golos, com assistências. Por isso mesmo ele tem estado em foco na sua equipa no Toluca e é um jogador que é uma referência do campeonato mexicano e provavelmente vai deixar um legado ali no seu clube. Vai ser sempre um jogador lembrado e um grande jogador daquele clube. Por isso fico muito satisfeito, muito feliz por ele, porque ele merece, não só como amigo, como ex-atleta, mas sobretudo por aquilo que ele tem feito e por merecer.

Paulinho Toluca
Fonte: Toluca

Bola na Rede: Já na altura, quando o treinou na Segunda Liga, perspetivava este auge do Paulinho, com épocas de grande nível no SC Braga e no Sporting, culminando na chegada à Seleção Nacional? Ou por estarem num escalão inferior, onde por vezes os jogadores não são tão valorizados , era difícil prever esse salto?

Nandinho: Não é fácil perspetivares, estando numa Segunda Liga, que aquele jogador vai chegar à Seleção Nacional. A única coisa que tu podes perspetivar, de facto, é a capacidade técnica, tática e mental do jogador, e física também, mas sobretudo a mental. Se é um jogador que tem capacidade para atingir outros patamares, isso para mim sempre foi claro. Nunca tive dúvidas de que ele conseguiria atingir outros patamares. Agora, daí até chegar a uma Seleção Nacional hoje, é um passo grande e com tanta oferta que temos a nível de jogadores, não é? Com tanta qualidade. E por isso mesmo é que ele não se tem afirmado na Seleção Nacional, não tem sido um recorrente da Seleção Nacional, porque existe muita qualidade. O jogador português tem muita qualidade e por isso não é fácil.Mas, ainda assim, e fruto de toda a dificuldade que é chegar a uma Seleção Nacional, ele já o conseguiu. Já teve três internacionalizações e agora tem a possibilidade de fazer mais algumas internacionalizações e talvez até, quiçá, mudar um bocadinho a opinião do selecionador nacional e abrir aqui uma porta para estar presente nos eleitos do Mundial. Nós não sabemos como é que vai chegar o Cristiano, como é que estão os outros avançados nesse momento. Há lesões – é óbvio que não desejo mal a ninguém, o que quero é que todos estejam em perfeitas capacidades para se poder eleger os melhores na perspetiva do selecionador -, mas está lá para mostrar que pode ser uma opção caso o selecionador assim o entenda e necessite.

Bola na Rede: Neste contexto de Seleção, concorda com as declarações de Roberto Martínez quando afirma que considera Paulinho um avançado com características parecidas às de Cristiano Ronaldo e Gonçalo Ramos?

Nandinho: Sabemos que é um jogador que se movimenta muito por terrenos interiores. É claro que quando ele convoca o Gonçalo Guedes, é um bocadinho à imagem do Diogo Jota, são jogadores que podem fazer várias posições, que podem jogar mais numa linha, como extremos a aparecer de fora para dentro para dar a largura pelos laterais, ou poderem jogar por dentro. O Paulinho é mais uma referência. Um bocadinho à imagem do Gonçalo Ramos e do Cristiano. Apesar de o Cristiano ter essa liberdade de cair para as alas, de vir buscar jogo, acaba sempre por ser ele a referência. Nesse aspeto, sim, percebo a ideia do selecionador. Mas também temos que perceber os momentos dos jogadores, as fases em que estão e o que poderão dar, porque o Campeonato do Mundo é uma prova curta, é uma prova momentânea. E normalmente quem ganha são as seleções que chegam lá com jogadores na melhor forma, com maior capacidade naquele momento. Por isso, é mais uma oportunidade para o Paulinho mostrar ao selecionador que pode contar com ele. Espero que ele tenha a oportunidade, que possa realmente jogar, fazer golos e ajudar a Seleção nestes dois jogos amigáveis.

Bola na Rede: Olhando para a forma como joga a Seleção Nacional, em que posição acha que o Paulinho pode beneficiar mais? Como ponta de lança e única referência, ou mais como um segundo avançado à imagem do que fazia no Sporting CP ao lado de Gyökeres, jogando talvez no apoio a Cristiano Ronaldo?

Nandinho: Da forma que a Seleção joga, o Paulinho teria que ser sempre um jogador de referência. Quando tu tens um meio-campo com Rúben Neves, Vitinha, João Neves, Bruno Fernandes e Bernardo Silva, e se jogares com três médios, não há espaço para um segundo avançado. Normalmente quem aparece nestas zonas é um Bernardo Silva ou um Bruno Fernandes. Agora tens o Ricardo Horta que pode jogar também ali. São mais médios ofensivos, não são bem um ’10’, mas são jogadores que pisam mais esses terrenos.O Paulinho tem esse conhecimento, mas a verdade é que nos últimos anos ele tem-se destacado como ponta de lança, como referência, pelo menos no Toluca. Acho que ele poderia beneficiar a jogar como referência, até por quem tem a jogar atrás dele, mas é sempre uma opção caso o selecionador entenda jogar com dois avançados de referência, dois jogadores mais de área. É um jogador que vai bem de cabeça, que aproveita bem as sobras e que está sempre à espreita, um bocadinho como o Gonçalo Ramos. Tem essa capacidade.Não tem que estar a baixar no terreno, até porque muitas vezes o Cristiano gosta de vir fazer isso também, de se dar ao jogo para não estar muito tempo sem tocar na bola. Portugal tem muitos jogadores que conseguem transportar, que conseguem jogar muito bem entrelinhas, definir no último terço e colocar a bola em situações de finalização para os avançados. Por isso, acho que teria que ser mais uma referência do que propriamente um segundo avançado.

Portugal atletas
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

«Acredito que Portugal tem muita capacidade para ser campeão do mundo»

Nandinho

Bola na Rede: Olhando para a Seleção Nacional de um modo geral, quais devem ser as reais ambições de Portugal para o Campeonato do Mundo, tendo em conta a qualidade ao dispor de Roberto Martínez?

Nandinho: Somos uma das melhores seleções do mundo, isso é inegável. Mas o Mundial, como eu disse, é uma prova curta e tem muito a ver com o momento dos jogadores quando chegam à altura da competição. Como é que estão em termos físicos, se tiveram muitos desgastes ou não, se estão num bom momento de forma. Depois tem muito a ver também com o evoluir dos jogos, se a seleção começa bem, entra bem e ganha confiança.Na fase de grupos ainda há margem de erro. Quando chega às eliminatórias, à fase a eliminar, são os detalhes que muitas vezes definem quem consegue chegar mais acima ou não. E aí, nesse momento, é que Portugal tem que se mostrar capaz, porque já mostrou que é capaz de jogar com qualquer seleção do mundo, olhos nos olhos. Depois são os detalhes e esperar que nesses jogos os detalhes pesem um bocadinho para nós, que os nossos jogadores tenham a capacidade de se agigantarem, de serem melhores que os oponentes, passo a passo. A ambição tem que existir, há muita motivação e muita ambição, mas temos que ter os pés bem assentes na terra. Portugal nunca foi campeão do mundo, mesmo com grandes seleções onde era apontado como favorito. Isso nunca o conseguimos. Por isso, acho que é ir com calma. Se me perguntares se Portugal tem a obrigação de chegar pelo menos às meias-finais e estar entre as quatro melhores seleções… se calhar tem, e tem grandes possibilidades. Mas depois também tem muito a ver com a forma como corre a fase de grupos e o enquadramento, quais são as seleções que se vão apanhando durante a fase a eliminar. E isso às vezes também acaba por ser decisivo. Acredito que Portugal tem muita capacidade para ser campeão do mundo. Mas, pelo menos, estar nas meias-finais acho que será o mínimo que Portugal terá que alcançar. Depois apanham-se grandes seleções e é o que eu digo: depende muito de cada jogo, dos detalhes, do momento, um bocadinho por aí.

Bola na Rede: Mister Nandinho, chegamos ao fim da nossa entrevista. Quero agradecer-lhe imenso a disponibilidade para esta conversa com o Bola na Rede, que serviu para revermos um pouco da sua carreira, recordarmos a sua passagem pelo futebol português nas ligas profissionais e percebermos como está a ser esta sua experiência atual no estrangeiro, que já percebemos ter sido muito positiva. Muito obrigado e as maiores felicidades para o futuro!

Nandinho: Muito obrigado. Uma boa noite.

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