Pepa analisou a vitória do Estrela da Amadora sobre o Braga. O técnico respondeu a uma questão do Bola na Rede.
Pepa analisou o encontro da 3.ª jornada da Primeira Liga, que terminou com uma vitória do Estrela da Amadora sobre o Braga por 2-1. O Bola na Rede esteve em Alverca, onde o jogo se realizou, e teve a possibilidade de colocar uma questão ao treinador do Tricolor da Reboleira.
Lê também a pergunta e respetiva resposta de Carlos Vicens, treinador dos arsenalistas.
Bola na Rede: Já aqui destacou algumas das dinâmicas com que o Estrela da Amadora conseguiu ultrapassar a pressão individual do Braga. O Estrela da Amadora nos últimos anos, principalmente desde o regresso à Primeira Liga, tem sido uma equipa com um jogo direto muito vincado. Quão importante é ganhar também esta capacidade para sair a jogar desde trás e pensar mais o jogo, não perdendo essa ameaça na profundidade que o Estrela continua a ter? Qual a importância de ganhar esta dimensão para o jogo e para a variabilidade do jogo do Estrela?
Pepa: Isto é uma ideia, uma ideia de jogo que os jogadores estão a comprar e estão a absorver com um sorriso na cara e muita vontade de crescer e aprender. Sinceramente, eu joguei, mas mesmo que não tivesse jogado, os jogadores sentem-se mais realizados e mais felizes dentro de campo a fazer aquilo que gostam e aquilo que sabem. Posso dizer uma coisa: o golo sofrido foi a tentar sair a jogar. É o que é. É um erro, mas os erros acontecem. Nós preferimos perder, por exemplo, mas a tentar fazer aquilo que trabalhamos e a ter essa coragem para jogar. Agora, temos é de ser inteligentes dentro de campo. Ter essa variabilidade de jogo apoiado, de jogo jogado, de jogo associativo, mas nunca deixar de agredir. Muitas das vezes, o espaço está lá e, como aconteceu hoje, bola no Marcus [Abraham], bola no Leo [Antonetti], bola no Ianis [Stoica], bola no Beni [Souza] quando entrou. Temos de ser uma equipa com capacidade para atrair a marcação, mas o objetivo é sempre a baliza contrária. As melhores oportunidades, mais uma vez o digo, são nossas.

