Petit e Carlos Vicens realizaram a antevisão ao encontro entre o Santa Clara e Braga, a contar para a sétima jornada da Primeira Liga.
Petit e Carlos Vicens projetou o encontro entre Santa Clara e Braga, relativo à sétima jornada da Primeira Liga. O técnico do Santa Clara começou por destacar a qualidade do SC Braga e a exigência que o encontro vai apresentar:
«É o jogo de grau de exigência maior por aquilo que, nos últimos anos, o Braga tem vindo a fazer. Fica sempre nos primeiros quatro classificados. É uma equipa com qualidade de jogo, bem trabalhada, com processos bem definidos, mas, do outro lado, também tem aqui uma equipa que quer dar continuidade ao bom trabalho».
Petit falou ainda sobre o bom momento de Gonçalo Paciência e destacou a importância do trabalho coletivo para que o avançado possa continuar a marcar:
«O Gonçalo Paciência está a atravessar um bom momento. Esperemos que dê continuidade, mas, para o Gonçalo fazer, também os outros têm de trabalhar e procurar espaços para que ele possa ser servido».
Do lado do Braga, Carlos Vicens reconheceu as dificuldades que a equipa vai encontrar e sublinhou a necessidade de uma prestação completa:
«Esperamos um rival difícil que ainda não perdeu. Está confiante e o que podemos controlar é o SC Braga que vamos ver em campo. Sabemos das dificuldades acrescidas de jogar fora de casa e temos de dar um extra amanhã. Tivemos mais dias de preparação e não pode haver desculpas. Temos de dar tudo de início ao fim, sendo bons em vários registos. Vamos ter de defender bem, atacar bem, ter acerto na área, ganhar duelos, estar bem nas bolas paradas, sermos competitivos e ganhar segundas bolas. Para ganhar, precisamos disso».
O técnico bracarense abordou ainda a falta de eficácia da equipa e pediu tranquilidade aos jogadores ofensivos, acreditando que as oportunidades vão continuar a surgir:
«Na primeira parte, fizemos o suficiente para estarmos na frente do marcador, mas essa falta de acerto que temos falado nas semanas anteriores pode pôr alguma ansiedade nos jogadores da frente. Eles sentem-se responsáveis por ter de acrescentar números e, quando isso não acontece, há alguma ansiedade. Na época passada, os nossos golos repartiram-se por vários jogadores, mais o Rodrigo Zalazar e o Ricardo Horta, mas o Pau Víctor e o Fran Navarro também marcaram vários golos e, esta temporada, isso vai ser similar. Eles podem estar tranquilos com os processos que vão trazer ocasiões de golo. Falámos com a equipa e, claro, fazer substituições e um jogador que entrou marcar o golo da vitória faz com que a equipa termine o jogo a crescer. Essas circunstâncias dão sempre algo à equipa, dão união, motivação e energia. Eu trato de transmitir tranquilidade em relação aos processos e depois contundência e energia para que, em vez de o golo chegar ao minuto 80, possa vir antes».



