Rui Borges analisou o desfecho do encontro entre Rio Ave e Sporting, referente à 4.ª jornada da Primeira Liga.
Rui Borges fez a análise ao Rio Ave x Sporting, disputado no Estádio dos Arcos, em Vila do Conde. O encontro da 4.ª jornada da Primeira Liga terminou 4-0 e o técnico dos leões disse o seguinte:
«Há um jogo muito competente da nossa parte, é tão simples quanto isso. Sabemos muito bem daquilo que o Rio Ave é capaz, da fortaleza ou da forma como eles conseguem, acima de tudo, criar bastantes equilíbrios sobre os adversários. Sabemos que têm muitas bolas diretas, têm os quatro homens claramente na frente para criar jogo de transição de quatro para quatro, muito um-para-um, fortes em termos atléticos, rápidos, tecnicamente também evoluídos. Estivemos muito competentes nesse sentido, nas primeiras e segundas bolas, muito competitivos. Depois conseguimos encaixar o nosso jogo e, com a qualidade, transformá-la em golos. Acho que poderíamos ter feito mais um ou outro golo ao longo desta segunda parte também, pela capacidade que tivemos. Não deixámos o Rio Ave acreditar que poderia fazer golo. Era um objetivo também, por isso não podia estar mais satisfeito com aquilo que foi a seriedade, acima de tudo, de todos. Manter a energia, manter a qualidade durante 90 minutos e, acima de tudo, não sofrer golos. Foi a prova de que a equipa sente agora, cada vez mais, o seu crescimento».
«São provas dos grandes jogadores que são, que sempre foram e jamais deixaram de ser. Aquilo que o mercado mexe é natural. Volto a dizer, já o disse várias vezes: o Sporting é uma grande equipa, um grande clube com grandes jogadores, e é natural que se fale neles».
«É perceber que, como acabei de dizer, nem tudo está correto, nem tudo foi bem feito hoje. É olhar para o crescimento com calma, foram apenas três pontos, e focarmo-nos já no próximo jogo. Ter a mesma seriedade, o mesmo crescimento, a mesma entrega diária durante a semana, focados naquilo que é o nosso jogo, juntamente com aquilo que podemos beneficiar para nos sobrepormos ao próximo adversário e anular os pontos fortes deles».
«É o que pode acontecer, já aconteceu noutros jogos. O Luís estava bem, estava bem num jogo frontal, até de apoio, e a intenção foi manter essa qualidade de apoio que o Luís nos estava a dar, com mais um homem na área, com mais um homem agressivo a atacar a baliza adversária. Fiquei com pena que o Fotis não tivesse feito golo. Teve duas situações que podiam ter sido finalizadas de outra forma, de melhor forma, digo eu. Mas deram uma boa resposta».

