Rui Borges analisou o desfecho do jogo deste domingo. Sporting goleou o Alverca por 4-1 em jogo da Primeira Liga.
Rui Borges fez a análise do Alverca x Sporting da 27.ª jornada da Primeira Liga. No final do encontro em que os leões bateram o Alverca por 4-1, o técnico da equipa verde e branca começou por dizer o seguinte:
«Sim, era importante dar essa frescura, sabíamos que a frescura não ia estar igual ao jogo da Liga dos Campeões, mas a equipa estava ligada. Na primeira parte chegámos bem ao golo, mas depois adormecemos um pouco e deixámos o Alverca acreditar. Foi criando perigo e o jogo parecia que estava controlado mas podíamos ficar expostos a qualquer problema. Ao intervalo tentámos falar sobre pequenos aspetos para melhoramos para não levar com tantas transições, até porque estávamos a exagerar no jogo interior e o Alverca defendia com 11 jogadores. A equipa entrou bem, foi uma segunda parte soberba com bola e sem bola. Fomos dinâmicos com bola, fomos mais para os corredores laterais e fomos mais para a frente. Uma segunda parte melhor do que a primeira».
Rui Borges falou sobre as situações de Francisco Trincão e de Nuno Santos:
«O Trincão foi toque. O Nuno foi muscular. À partida deve ser muscular. É o risco da paragem tão longa dele. Fico triste porque tem lutado imenso para voltar. Estava feliz por voltar ao onze. Mas há que trabalhar na recuperação e ele, mais do que ninguém, mentalmente é fortíssimo. O Pote foi cãibra e preferimos não arriscar. Nada mais do que isso».
Rui Borges abordou o cartão amarelo a Luis Suárez:
«Pessoalmente, não percebi muito bem. Tentei perceber junto do quarto árbitro, ele disse-me ‘simulação’, mas ele não fez simulação nenhuma, ainda para mais disse poderia não ser penálti. Muito honestamente pensei que lhe ia dar o cartão branco, que agora é usual, e era merecido, mas são coisas do futebol. Toda a gente erra e nós erramos também».
Rui Borges foi questionado pelo Braga x FC Porto:
«Vou jantar tranquilo com a minha família. Feliz pela vitória e descansar agora nesta paragem de seleções. É importante recuperar a malta que fica e temos de preparar um mês de abril que será muito intenso».

