Rui Costa discursou no 4.º congresso das casas do Benfica. O presidente da SAD encarnada abordou a sustentabilidade financeira dos estabelecimentos.
Rui Costa discursou na sessão de abertura do 4.º congresso das casas do Benfica, filiais e delegações, que se prolonga até este sábado. O presidente da SAD encarnada começou por agradecer pela dedicação e reforçar a importância destas casas:
«As casas do Benfica são muito mais do que representações do clube. São verdadeiras embaixadas do benfiquismo. É graças ao vosso empenho que o Benfica está presente em todo o território nacional e junto das comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo, levando bem longe os princípios, a identidade e os valores que fazem do nosso Sport Lisboa e Benfica uma instituição única”, referiu Rui Costa, lembrando os passos que foram dados nos últimos anos. “Renovámos a imagem das casas do Benfica e lançámos o conceito casa do Benfica 2.0. Iniciámos, igualmente, um processo de modernização que pretende tornar a nossa rede de casas do Benfica ainda mais forte, mais atrativa e mais preparada para os desafios do futuro. Esse trabalho continuará com determinação e confiança, até porque, nesta altura, vivemos uma fase muito promissora, com 10 novas Casas em marcha».
Rui Costa abordou revelou também novos planos para as casas do Benfica:
«Para este mandato, definimos objetivos muito claros para as casas do Benfica. Queremos melhorar o sistema de bilhética, tornando-o mais simples, mais transparente e mais eficiente para todos. (…) Ambicionamos reforçar a ligação entre cada casa e o clube. Desejamos igualmente desenvolver mais protocolos com fornecedores, que ajudem a reduzir custos e a facilitar a gestão diária das casas».
Por fim, anunciou a busca por novas parcerias que possam contribuir para a estabilidade financeira:
«Por fim, um pilar que muito relevamos: estamos empenhados em encontrar novas soluções que reforcem a sustentabilidade financeira, mas também ambiental das casas do Benfica, garantindo-lhes melhores condições para continuarem a crescer e a servir as comunidades onde estão inseridas».

