Diogo Jota: «Ganhar no último minuto é sempre importante, mas destacar a primeira reviravolta na era Roberto Martínez»

    Diogo Jota esteve à conversa com os jornalistas durante a tarde desta quinta-feira, em Marienfeld, Alemanha.

    Diogo Jota foi o jogador de Portugal eleito para marcar presença na sala de imprensa do centro de estágios de Marienfeld. O avançado falou sobre o impacto dos adeptos e salientou a reviravolta no desafio frente à Chéquia:

    «Há um apoio incrível desde que entrámos em campo. Os portugueses em grande número e a fazerem a festa. É gratificante e tem impacto nos jogadores. Ganhar no último minuto é sempre importante, mas destacar a primeira reviravolta na era Roberto Martínez. Tivemos a capacidade de dar a volta e ganhar o jogo».

    O atleta falou sobre o golo anulado frente à Chéquia:

    «Hoje em dia, com o VAR, infelizmente o meu golo não contou. Mas o mais importante é que marcámos novamente e a vitória assentou como uma luva».

    O jogador abordou como se sente fisicamente:

    «Trabalhei desde a minha lesão para estar na melhor forma física possível. Acho que me sinto bem e capaz de começar o jogo. Não vou dizer que consigo jogar 90 ou 120, isso dependente. Mas estou pronto para ajudar».

    Diogo Jota assumiu que podem contar com ele e falou sobre os aniversários dos jogadores:

    «Não estive a nível físico sempre presente nesta época. Mas tenho trabalho bem e dei um passo bom. Acho que podem contar comigo para o tempo que for. Os aniversários de Nuno Mendes e Gonçalo Ramos? É uma alegria, sabemos que é um dia especial. Cantamos os parabéns todos juntos, depois de jantar. Sei que não têm a família, mas tentamos que seja especial».

    O atleta revelou que estar perto do golo, vai fazer com que seja sempre ser mais fácil de o fazer:

    «Estou perto do golo, é isso que atrai. Se a bola sobrar, estamos a um toque do golo. Os golos decidem jogos. Sinto que tenho a capacidade de estar no momento certo à hora certa».

    Diogo Jota comentou o facto de Portugal não fazer muitos remates fora da área:

    «Rematar fora de área? Eu lembro-me de alguns remates, alguns bloqueados. Temos indicação para desmontar as defesas, não forçar os lances. Contra uma equipa que está baixa, o remate fora é uma opção. Faltou-nos um bocadinho de presença na área na primeira-parte, mas acabámos por virar na segunda-parte e melhorámos. É o mais importante».

    O avançado abordou o jogo com a Turquia:

    «Turquia? Espero um jogo completamente diferente, há qualidade superior dos jogadores. Mas se conseguirmos impor o nosso jogo, será melhor porque a Turquia não está habituada a defender em bloco baixo. Espero um jogo diferente a nível tático em relação ao último encontro. Quando entrámos para o Europeu, o objetivo era passar a fase de grupos. Queremos fazer já no segundo jogo, tal como eles. Queremos chegar ao jogo da melhor maneira possível».

    O português admitiu que teve o receio de não ir ao Euro 2024:

    «A minha última lesão, quando fui ao exame, fiquei com receio. Infelizmente, falhei o último Mundial, mas o mais importante é que estou bem e estou aqui».

    O jogador comentou a sua relação com Jurgen Klopp, garantindo que o alemão lhe mandou uma mensagem:

    «Jurgen Klopp? Enviou-me uma mensagem depois do primeiro jogo. É um treinador porque não lhe escapa nada. Foi uma palavra de apreço por causa do golo anulado. Mas, lá está, são três pontos e é focar no próximo jogo».

    O atleta falou sobre o golo marcado por Francisco Conceição frente à Chéquia:

    «Sabemos a qualidade do Francisco Conceição e Pedro Neto. Foi na mouche a substituição e esperemos que quando entrarem em campo, possam ajudar novamente».

    Diogo Jota admitiu que uma prova como o Euro 2024 não é fácil para ninguém:

    «É um momento marcante para cada seleção estar numa prova destas. O primeiro jogo ia ser sempre complicado, mas dá sempre confiança. Há que acreditar e tentar selar já para não ficarmos de calculadora na mão».

    Diogo Jota falou sobre o seu festejo no golo de Portugal contra a Chéquia:

    «Provocação ao adversário após o golo? Foi um momento de descompressão e alívio. São sempre picardias dentro de campo. Recordei-me de uma bola em que ele ficou a queimar tempo. Outra bola em que deixou passar e tive de ir buscar. Depois marcámos, faz parte do futebol. Há picardias em campo. Saí por cima desta vez e é uma história que fica».

    O atleta deixou elogios a Arda Guler:

    «Arda Guler é um jogador de qualidade, até pelo golo que marcou. Individualmente, a Turquia tem uma grande seleção. Não podemos conceder espaços e precisamos de diminuir as ocasiões para marcarem».

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