Rui Duarte: «O jogo ficou estragado no início. 12 minutos e foi uma expulsão que não existe»

    Rui Duarte analisou o jogo entre o FC Porto e o Braga. Encontro foi o último dos 306 desta edição da Primeira Liga.

    Rui Duarte lamentou a derrota do Braga diante do FC Porto. O técnico arsenalista analisou a partida e o fim da possibilidade de ascender ao terceiro lugar do campeonato.

    «Não podemos apontar nada, fizeram um esforço tremendo. Tenho muito orgulho nos homens que tenham. O jogo ficou estragado no início, 12 minutos e uma expulsão que não existe. Tivemos de alterar para nos mantermos vivos e agarrados ao resultado. Sabíamos que não iamos criar tantas oportunidades, mas temos uma oportunidade do Horta aos 55 minutos, para não falar de um lance na primeira parte em que é abalroado. Depois temos uma bola parada no fim. Não posso apontar nada aos meus jogadores, ficou demonstrado que tentámos lutar pela vitória, mas fica uma boa imagem do grupo», começou Rui Duarte.

    «O Ricardo Horta sem bola ajudava a defender com uma linha de cinco, é difícil defender a largura do FC Porto com quatro. Ele fez um esforço tremendo como toda a gente, mas revela o espírito desta equipa e o carácter dos jogadores. O jogo merecia um desfecho final, principalmente as incidências, merecia outra forma de conduzir este jogo. Podia ser bastante agradável e 11X11 teríamos uma resposta muito firme», continuou Rui Duarte.

    «Lutámos muito para chegar a este jogo a poder lutar pelo terceiro lugar, mantivemos todos ligados até ao fim. Fica a frustração, mas ao mesmo tempo o orgulho no que fizeram. Devido às incidências, hoje não dava para mais. Viram que tínhamos uma forma audaz e ambiciosa, a encarar o jogo proativos. Contra uma grande equipa a expulsão retira-nos do jogo, fomo-nos agarrando à organização e metendo velocidade. Espírito incrível dos jogadores», destacou Rui Duarte.

    «Só eu sei e a minha família como nos aguentámos, continuo a passar momentos difíceis. Pus a minha tristeza, mágoa de lado de forma a abstrair-me. Tenho de seguir em frente pelo meu filho que não está cá, tinha uma alegria enorme pelo futebol, pelo pai, pelo irmão pela mãe. Desistir nesta fase, ele não se ia sentir orgulhoso do pai. Temos força para continuar para o homenagear todos os dias na minha vida», terminou Rui Duarte.

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