João Noronha Lopes, candidato à presidência do SL Benfica, foi o convidado especial desta semana do Bola na Rede TV. A campanha eleitoral e as eleições dos encarnados foram o grande tema de conversa, contudo, houve tempo para clarificar todas as ideias do candidato.

As críticas à Benfica TV, canal do clube encarnado, foram muitas. João Noronha Lopes afirmou que o canal deveria ser o primeiro a ter cobertura sobre aquilo que cada candidato diz e que deveria ter organizado debates para estas eleições. Quanto à diferença de importâncias dos candidatos em outros órgãos de comunicação, o candidato desvaloriza a situação e confirma que só dá mais vontade para se tornar presidente e continuar na luta.

Luís Filipe Vieira, atual presidente do SL Benfica, também não foi esquecido e as recentes declarações foram alvo de diversas críticas. João Noronha Lopes criticou o facto do “não apoio a Bruno Lage” e também o facto de o cargo de presidente do clube não pode ser um fardo para ninguém, deixando o repto: «Se é um fardo que saia». Quanto à possibilidade de integrar nomes que têm ligações atualmente ao clube, o candidato deixou já dois nomes de fora: Pedro Guerra e Luís Bernardo.

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As ligações com os maiores rivais, FC Porto e Sporting CP, também foram tema de conversa. Relativamente aos leões, João Noronha Lopes acredita ser possível ter uma relação igual aos restantes clubes. Já em relação aos azuis e brancos, o candidato afirma a impossibilidade de qualquer diálogo enquanto Pinto da Costa for presidente.

João Noronha Lopes explicou a maioria das suas propostas para o clube fosse para o Futebol, para as modalidades ou até para a parte estratégico-financeira dos encarnados. Quanto a um tema controverso, o Cartão do Adepto, o candidato acredita que “é um remate ao lado”. Afirmou ainda que este tipo de projetos deveriam primeiro ser discutidos com adeptos, autoridades policiais e Liga Portugal e só depois ser concretizada a ideia.

BnR TV com moderação de Mário Cagica, comentários de João Rodrigues, Rui Cipriano Duarte e convidado especial João Noronha Lopes

Artigo revisto por Joana Mendes