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Os gémeos Rodrigo e Tomás Martins são dois jovens, de dezoito anos, que sempre jogaram juntos. Começaram no Belenenses, passaram pela Foot21 e Linda a Velha, antes de chegarem ao Estoril-Praia. Actualmente, só Rodrigo Martins joga na Amoreira, após Tomás ter abraçado um novo projecto junto do Real Massamá. Os gémeos começaram uma nova etapa: jogarem afastados pela primeira vez na sua carreira.

Positivo ou negativo, o tempo o dirá, o que é certo é que ambos ambicionam os grandes palcos e, como dois potenciais jogadores das nossas camadas jovens nacionais, é fácil reconhecer-lhes o seu empenho e a sua imensa vontade através do trabalho diário que apresentam.

Rodrigo Martins, 18 anos, joga nas alas
Rodrigo Martins, 18 anos, joga nas alas

Bola na Rede : Quais são as tuas perspectivas para o futuro?

Rodrigo Martins: As minhas perspectivas para o futuro são as mesmas que todos os jovens ambicionam: chegar ao futebol profissional e, se possível, aos melhores palcos.

BnR: As condições que o Estoril oferece são comparáveis aos outros grandes de Lisboa?

RM: O Estoril oferece boas condições de trabalho, no entanto, tanto o Sporting como o Benfica, têm melhores condições para oferecer aos atletas da formação. Têm campos de treino e complexos desportivos que o Estoril não tem.

BnR: O que gostarias que acontecesse no início da próxima época?

RM: Gostava de fazer a pré-época com os seniores, ter um contrato profissional e, se possível, estrear-me na primeira liga.

BnR: Esta época já foste chamado várias vezes para fazeres alguns treinos com o plantel principal do Estoril-Praia. Achas que esta temporada têm potencial para continuar na primeira liga?

RM: Já fiz alguns treinos. Fiz inclusive um jogo de treino. É uma equipa com grande valor mas está ainda neste momento a habituar-se ao novo treinador e às suas ideias. Reconheço a dificuldade, mas creio que têm condições para continuar a jogar na primeira liga.

BnR: Se pudesses ter um desejo a ser realizado de forma imediata, qual escolherias?

RM: Estrear-me na Primeira Liga.

BmR: É a primeira vez e o primeiro ano que jogas sem o apoio do meu irmão Tomás, como te sentes sem o apoio dele?

RM: Perdi um dos jogadores que mais me compreendia dentro de campo, porque sempre jogámos juntos desde muito novos e gostava que ele pudesse continuar comigo.

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