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O PFC CSKA Sofia que, num passado não muito distante, deu a conhecer ao mundo do futebol o ex-bota de ouro europeu Hristo “Камата” Stoichkov, serve agora de casa a Diogo Viana, um dos mais talentosos extremos do futebol português da última década que, depois de ter passado por Sporting CP e FC Porto, encontrou na capital búlgara um histórico emblema do velho continente onde está determinado a deixar a sua marca.

Acarinhado pelos adeptos e tido em grande conta pelos meios de comunicação búlgaros, o número 7 do CSKA está até ao momento a realizar uma época de excelente nível e, antes do grande dérbi do próximo Sábado frente ao PFC Levski Sofia, contou ao Bola na Rede como tem sido esta sua nova aventura por terras búlgaras.

Bola na Rede: Após duas temporadas de bom nível ao serviço do Gil Vicente FC, como surgiu a oportunidade de rumar à Bulgária?

Diogo Viana: Primeiramente, tenho de dizer que sair do Gil Vicente custou-me muito porque me sentia em casa e é um clube de que gosto muito. É claro que a descida de divisão foi crucial para sair do clube, porque se nos tivéssemos mantido na 1.ª Liga muito dificilmente saía de Barcelos.

BnR: Como foi a adaptação ao futebol búlgaro e a sua primeira temporada no PFC Litex Lovech?

DV: A adaptação foi muito boa porque tinha portugueses na equipa e, quando assim é, tudo fica mais fácil. A Bulgária é um país muito acessível e é fácil adaptarmo-nos.

Diogo Viana é uma das revelações da Liga da Bulgária Fonte: gong.bg
Diogo Viana é uma das revelações da Liga da Bulgária
Fonte: gong.bg

BnR: Aquela partida com o PFC Levski Sofia em Dezembro do ano passado marcou a época negativamente. O que aconteceu realmente?

DV: O nosso Presidente sentiu que os árbitros nos estavam a prejudicar e a beneficiar o adversário e decidiu tirar a equipa do campo.

BnR: Depois de toda a turbulência financeira e desportiva pela qual passou, com despromoções e fusões à mistura, o PFC CSKA Sofia está de volta ao convívio com os grandes. Como estão a ser estes primeiros meses ao serviço do histórico emblema do leste da Europa?

DV: Muito bem, estou muito feliz por jogar no melhor clube da Bulgária e num histórico europeu. Tudo a correr na perfeição, com golos e boa exibições.

BnR: A presença de vários jogadores portugueses no plantel da equipa tem certamente ajudado na adaptação a esta nova realidade. Como é o vosso dia-a-dia na maior cidade da Bulgária? A língua búlgara tem sido um grande obstáculo?

DV: Cidade muito boa para viver, mais barato do que em Portugal, temos vários sítios de lazer, restaurantes muitos bons… quase não sinto que estou fora do meu país. A língua búlgara é muito difícil de aprender, mas hoje em dia todo o mundo fala inglês, o que facilita bastante a todos os níveis.

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