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“Sou Vitória” é o título do hino do Vitória Sport Clube, escrito por Miguel Bastos e interpretado por Zé Miguel, mas explicará toda a letra o que é ser adepto deste clube? É difícil de responder a esta pergunta, mesmo para quem vive intensa e diariamente o clube, como Sofia Martins Rodrigues.

«Não escolhi o Vitória, o Vitória é que me escolheu», admite a fervorosa adepta da equipa da Cidade Berço. A própria não tem receio de dizer que é um amor que será eterno: «Não me lembro de não ser do Vitória SC. Acredito que nasci, cresci e vou morrer Vitória».

Sofia Martins Rodrigues é adepta do Vitória SC desde que nasceu
Fonte: Nazar Chorniy Photography

A primeira ida ao estádio do “seu Vitória” é claramente inesquecível, como qualquer adepto que visita a casa do clube do seu coração. Desafiada a ir ao seu “baú de memórias” para falar desse momento, Sofia, de 25 anos, confessou que não se recorda do jogo de estreia nas bancadas do “velhinho” Estádio D. Afonso Henriques – que sofreu obras de remodelação no final da época 2002/03, por causa do Euro 2004 – devido à tenra idade («tinha dois ou três anos se calhar»), mas as lembranças das primeiras idas para apoiar de perto o Vitória estão ainda bem presentes e são felizes: «Era sempre um sentimento de muita alegria e felicidade. Ainda sou do tempo em que as crianças não pagavam ou, mais tarde, entravam juntos com o pai, no colo, sem “ninguém ver”. Esse era o espírito do futebol, disso é que me lembro bem, pois não havia domingo sem Futebol, e, por isso, hoje até uso com o meu pai a expressão “Hoje é dia de missa” quando joga o Vitória. Ficava muito contente quando chegava o domingo».

Amor, amor e mais amor. É assim que descreve Sofia a sua adoração pelo Vitória SC. «O Vitória é mais do que um clube, um símbolo… É um sentimento. E só um amor tão grande tem a capacidade de nos tornar, aos adeptos, tão únicos e com uma identidade e bairrismo tão marcados». «Em qualquer lado que diga que sou do Vitória oiço um “vocês são malucos”, no sentido de defendermos o clube como ninguém – e, se isto não é amor, não sei o que mais poderá ser», defende-se.

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