O Bodo/Glimt deixou de ser um mero crónico «outsider» para se fixar como uma verdadeira ameaça na elite do futebol europeu. A recente demonstração de força na Champions League provou que a eficácia desta equipa não é obra do acaso, mas sim o reflexo de um coletivo altamente oleado e de talentos individuais que começam a despertar a cobiça dos gigantes.
Para perceber o motor que faz girar esta equipa que não teme oponentes milionários, deixamos os cinco nomes fundamentais que tens de manter debaixo de olho.
5.
Jens Hauge – É o elemento desequilibrador que atua a partir da ala esquerda, oferecendo imprevisibilidade constante através do seu drible curto e movimentos ofensivos. A sua capacidade de fletir para o corredor central rasga as defesas adversárias, aliando a essa criatividade uma finalização letal que o torna no principal quebra-cabeças do ataque norueguês.
4.
Kasper Hogh – O jogador assume-se como a grande referência física no eixo do ataque, dominando o jogo de costas para a baliza para servir de pivô aos colegas que entram em velocidade. Além dessa capacidade de segurar o jogo e arrastar os defesas centrais, tem um instinto matador apuradíssimo dentro da grande área, não perdoando quando a oportunidade de golo surge. O avançado já leva cinco golos na Champions League.
3.
Patrick Berg – É o cérebro indiscutível da equipa, destacando-se com uma inteligência tática superlativa que dita todo o ritmo e fluidez do jogo. Funciona como o verdadeiro pêndulo do meio-campo, garantindo o equilíbrio fundamental nas transições defensivas e ofensivas, e é a partir da sua visão e critério no passe que a equipa norueguesa ganha organização.
2.
Nikita Haikin – Transmite uma segurança inabalável ao último reduto, evidenciando-se pela frieza e agilidade enorme entre os postes. Os seus reflexos rápidos resolvem lances de aperto máximo e situações de um para um, garantindo que a baliza se mantém trancada nos momentos em que a linha defensiva adversária consegue quebrar a marcação.
1.
Fredrik Bjorkan – Domina o corredor esquerdo de forma autoritária, aliando um rigor posicional defensivo fortíssimo a uma projeção ofensiva intensa e inesgotável. A sua capacidade de fazer todo o flanco permite-lhe anular as investidas contrárias e, no instante seguinte, aparecer no último terço a criar desequilíbrios com sobreposições e cruzamentos precisos para a área.

