Força dos Números: Finais da Champions

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JOGADORES

401 jogadores e 51 nacionalidades diferentes

Iniesta foi um dos muitos espanhóis a jogar a final da Champions Fonte: UEFA
Iniesta foi um dos muitos espanhóis a jogar a final da Champions
Fonte: UEFA

Ao longo dos 23 anos de história da Champions, foram 401 os jogadores que se estrearam em finais da grande competição de clubes a nível europeu, distribuídos por 51 origens (países) diferentes.

A nacionalidade mais representada é a espanhola – 61 jogadores nascidos no país vizinho representaram-no em finais da liga milionária.

 

6 presenças

Maldini é recordista de presenças em finais da Champions Fonte: SportClub
Maldini é recordista de presenças em finais da Champions
Fonte: SportClub

O grande Paolo Maldini é o recordista atual de finais de Champions, com 6 presenças, todas pelo AC Milan. Estreou-se em 1992/93, na primeira edição, na derrota com por 1-0 contra o Marselha e acabou este percurso em 2006/07, na vitória por 2-1 sobre o Liverpool.

Cristiano Ronaldo, com a previsível presença de amanhã, vai ficar a um jogo de distância do eterno capitão milanês, juntando-se aos “perseguidores” Patrice Evra e Clarence Seedorf, ambos com 5 presenças.

 

2 golos

Raúl marcou contra  Leverkusen e Valência  Fonte: fullskills.net
Raúl marcou a Leverkusen e Valência
Fonte: fullskills.net

A final de uma Champions é sempre competitiva. Marcar mais de um golo, mesmo com muitas presenças somadas, é tarefa árdua. Basta pensar neste recorde – ninguém marcou mais de 2 golos em finais de Champions.

Massaro (Milan), Messi (Barcelona), Raúl (Rael Madrid), Eto’o (Barcelona), Inzaghi (Milan), Crespo (Milan), Milito (Inter) e Riedle (Dortmund), Sergio Ramos (Real Madrid) e Cristiano Ronaldo (o único a marcar por duas equipas diferentes – Real Madrid e Manchester United) foram os felizardos.

Caso um dos capitães do Real marque, pode descolar deste lote.

 

3 recorde de cartões amarelos e número de expulsões

Drogba venceu uma final da Champions 4 anos depois de ter sido expulso noutra Fonte: Getty Images
Drogba venceu uma final da Champions 4 anos depois de ter sido expulso noutra
Fonte: Getty Images

As emoções costumam ferver quando se chega ao jogo decisivo da Champions. Que o diga Roberto Carlos, recordista em cartões amarelos – viu nas três presenças ao serviço do Real Madrid (1997/98, 1999/00 e 2001/02) -, mas também Diego Godín (Atlético), Drogba (Chelsea) e o citado Lehmann (Arsenal)

 

12 suplentes utilizados por 2 vezes

Scholes foi suplente utilizado em duas finais da Champions Fonte: Telegraph
Scholes foi suplente utilizado em duas finais da Champions
Fonte: Telegraph

Houve 11 jogadores que saíram do banco para dar o seu contributo à equipa. Armas secretas que, algumas vezes, ajudaram à construção da glória, com golos, como Pedro (Barcelona), Kluivert (Ajax), Belleti (marcou pelo Barcelona, no 2-1 que decidiu a final contra o Arsenal mas também jogou pelo Chelsea) Ricken (Dortmund).

Noutras ocasiões, essas armas secretas não funcionam dessa maneira e foram usadas, mais que uma vez, como… escudo – Tacchinardi (Juventus), Paul Scholes (Manhcester United), Conte (Juventus), Keita (Barcelona) ou Serginho (AC Milan) – embora este último pudesse ser tanto lateral quanto extremo.

Gomez (Bayern) e Nani (Manchester United) foram lançados com o intuito de ajudar na procura do golo, por mais de uma vez, mas não contribuiram directamente para o triunfo das respectivas equipas.

 

38 jogaram por mais que um clube

Seedorf representou 3 clubes diferentes em finais da Champions Fonte: http://theoriginalwinger.com/
Seedorf representou 3 clubes diferentes em finais da Champions
Fonte: http://theoriginalwinger.com/

Esta extensa lista vai engordar com a presença de Dani Alves amanhã. Nela entram três portugueses – Cristiano Ronaldo (Real Madrid e Manchester United), Ricardo Carvalho (FC Porto e Chelsea), Paulo Sousa (Juventus e Dortmund) e Deco (Barcelona e FC Porto).

Evra (Monaco, Juventus e Manchester United) e Seedorf (Ajax, Real Madrid e AC Milan) foram os únicos que disputaram finais por três equipas diferentes

Pedro Machado
Pedro Machado
Enquanto a França se sagrava campeã do mundo de futebol em casa, o pequeno Pedro já devorava as letras dos jornais desportivos nacionais, começando a nascer dentro dele duas paixões, o futebol e a escrita, que ainda não cessaram de crescer.                                                                                                                                                 O Pedro não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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