Chelsea FC 2-1 Manchester City FC: Blues vencem, Reds festejam

- Advertisement -

A CRÓNICA: A VITÓRIA DO PRAGMATISMO

O Chelsea FC derrotou esta noite o Manchester City FC por 2-1, resultado que permite ao Liverpool FC assegurar a conquista da Premier League. Pulisic inaugurou o marcador na primeira parte, ao aproveitar as facilidades concedidas pela defensiva dos visitantes. Na segunda parte, De Bruyne empatou num grande golo de livre, mas Willian, de grande penalidade, deu a vitória aos Blues.

O Manchester City entrou bem no jogo e a dominar a posse de bola, chegando diversas vezes com perigo à área adversária. Contudo, estas investidas acabaram por se mostrar infrutíferas devido à ausência de uma referência na área. Os Citizens estiveram perto de marcar num cabeceamento de Fernandinho (18’), e, do outro lado, Christensen também esteve perto do golo (33’). Três minutos mais tarde, o Chelsea inaugurou o marcador por Pulisic, que aproveitou um desentendimento entre Mendy e Gundogan.

Na segunda parte, a equipa de Pep Guardiola entrou determinada em dar a volta aos acontecimentos e acabou por chegar ao empate por De Bruyne, na cobrança irrepreensível de um livre direto (55’). Os Citizens jogavam com a defesa alta e o Chelsea soube aproveitar o espaço nas costas para tentar chegar ao golo. O golo chegou mesmo aos 78’, pelos pés de Willian, na cobrança de uma grande penalidade a castigar mão de Fernandinho na área.

Com esta vitória, o Chelsea está a apenas um ponto do Leicester City FC (terceiro lugar), ao passo que o Manchester City se mantém no segundo lugar e vê o Liverpool assegurar o título quando ainda faltam sete jornadas para o final do campeonato.

A FIGURA

Pulisic – Chamado à titularidade, o norte-americano não desiludiu e foi um autêntico quebra-cabeças para a defesa adversária. Mostrou um enorme oportunismo no lance do primeiro golo, aproveitando a oferta de Mendy e Gundogan, e foi o elemento em maior destaque no ataque dos Blues.

O FORA DE JOGO

Defesa do Manchester City – É o calcanhar de aquiles da equipa de Pep Guardiola e uma das principais razões da época irregular dos Citizens. A defensiva do City facilitou no lance do primeiro golo e deixou sempre demasiado espaço nas costas, permitindo ao Chelsea explorá-lo através de rápidos contra-ataques.

ANÁLISE TÁTICA – CHELSEA FC

Os Blues surgiram em 4-3-3, com Frank Lampard a apresentar duas novidades em relação ao último onze: Ross Barkley no lugar de Loftus-Cheek e Pulisic em detrimento de Kovacic. Os Blues acabaram por jogar mais em transição ofensiva, fruto da maior posse de bola do adversário. O tridente do meio-campo do Chelsea dispunha-se num triângulo invertido, com Kanté a funcionar como pivot defensivo e Mason Mount e Ross Barkley a jogarem mais abertos.

No momento defensivo, o Chelsea defendeu com as linhas muito juntas e com o bloco baixo, procurando contrariar o jogo interior do Manchester City e a fechar o espaço aos movimentos entre linhas, sobretudo dos três homens da frente.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Kepa (7)

Azpilicueta (7)

Rudiger (6)

Christensen (8)

Marcos Alonso (7)

Kante (8)

Mason Mount (7)

Ross Barkley (6)

Willian (9)

Pulisic (9)

Giroud (5)

SUBS UTILIZADOS

Tammy Abraham (6)

Kovacic (5)

Pedro (-)

Gilmour (-)

ANÁLISE TÁTICA – MANCHESTER CITY FC

Pep Guardiola escalou os Citizens num 4-3-3, cuja principal novidade foi a presença de Bernardo Silva como falso 9, face às ausências de Sergio Aguero (lesão) e Gabriel Jesus (suplente utilizado). O City controlou a posse da bola como é seu apanágio, praticando o habitual futebol de posse e tecnicista. Mendy mostrou-se bastante ativo no corredor esquerdo e subiu com frequência, aproveitando a mobilidade do trio da frente. Bernardo Silva, Sterling e Mahrez foram explorando o jogo interior, tentando confundir as marcações do Chelsea ao trocar frequentemente de posição e através das diagonais para o centro do terreno. Ainda assim, a equipa ressentiu-se pela falta de um avançado puro, mostrando dificuldades em furar o muro defensivo dos Blues.

O Manchester City jogou com a defesa alta e acabou por deixar muito espaço nas costas, que o Chelsea foi aproveitando com rápidos contra-ataques.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Ederson (6)

Kyle Walker (7)

Laporte (6)

Fernandinho (5)

Mendy (5)

Gundogan (6)

Rodri (5)

De Bruyne (7)

Mahrez (6)

Bernardo Silva (6)

Sterling (6)

SUBS UTILIZADOS

Gabriel Jesus (4)

David Silva (5)

Zinchenko (4)

Otamendi (3)

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

Frederico Seruya
Frederico Seruya
"It's not who I am underneath, but what I do, that defines me" - Bruce Wayne/Batman.                                                                                                                                                O O Frederico escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

Subscreve!

Artigos Populares

Sara Monteiro critica arbitragem: «Houve dualidade de critério, que tornou o jogo ainda mais difícil»

Sara Monteiro analisou o desfecho da final da Taça da Liga Feminina. O Torreense foi sagrado campeão após bater o Valadares Gaia por 1-0.

Marítimo: ex-Valência está em destaque e faz mira à Primeira Liga

Martín Tejón é um dos destaques do Marítimo na presente temporada. O jogador chegou aos Barreiros no verão de 2025.

Maile Hayes após a vitória do Torreense: «Incrível, quando cheguei aqui nunca pensei que teria três troféus em menos de um ano»

Maile Hayes analisou o desfecho da final da Taça da Liga Feminina. O Torreense foi sagrado campeão após bater o Valadares Gaia por 1-0.

Vitória SC: de contratado para ser titular até ser relegado para a equipa B

Fabio Blanco chegou ao Vitória SC depois de se destacar no Marítimo, mas foi relegado para a equipa B por Gil Lameiras.

PUB

Mais Artigos Populares

Zé Nando reage à derrota na final da Taça da Liga: «A primeira oportunidade é nossa, mas depois o jogo fica condicionado»

Zé Nando analisou o desfecho da final da Taça da Liga Feminina. O Valadares Gaia saiu derrotado por 1-0, entregando o título ao Torreense.

Miguel Oliveira sobre a corrida no Autódromo Internacional do Algarve: «A corrida parece que ficou decidida ali nas primeiras 3,4,5 voltas»

Miguel Oliveira terminou a corrida no Autódromo Internacional do Algarve em 3.º classificado. O português reagiu às provas e faz a antevisão das próximas.

Santa Clara: dupla promete fazer ainda mais estragos até ao final da época

Vinícius Lopes e Gabriel Silva são dois dos destaques do Santa Clara, sendo peças importantes para Petit.