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Não há muito a dizer quando um campeonato entra num período em que as coisas ficam mornas. É o que a palavra presente no título quer dizer: tempo de adaptação; época em que é proibido caçar, no sentido literal. Apenas se podem caçar jogadores. De resto, as competições estão fechadas. O que agora rola (ainda antes dos Estaduais) é a famosa Copinha, isto é, uma competição entre os melhores clubes do Brasil, mas nas camadas jovens.

De resto, não há muito mais para contar. O Cruzeiro acabou por se tornar bicampeão, e veremos se conseguirá manter as pérolas do assédio europeu ou mesmo interno. Foi mais um ano de Minas Gerais: sendo que não houve vitórias brasileiras (depois de um tetra) na Libertadores, as duas maiores competições foram ganhas por equipas mineiras. O campeonato, como já foi referido, e a Copa do Brasil, pelo Atlético Mineiro. Veremos como se comportarão no próximo campeonato.

Times de nomeada, como são o Internacional e o Grêmio, o Santos e o Palmeiras, ou o Flamengo, que não são campeões há já algum tempo (exceção feita aos cariocas), também terão uma palavra a dizer. De saudar o regresso do histórico Vasco da Gama. Mas infelizmente o Botafogo, também do Rio de Janeiro, quis substituir os vascaínos na Série B. Criciúma, Bahía e Vitória também desceram, sendo substituídos por Avaí, Ponte Preta e Figueirense.

É ainda muito precoce dizer o que poderá ser o Brasileirão 2015. Só o tempo dirá. Primeiro ainda vêm os Campeonatos Estaduais… e aí até já vi treinadores serem despedidos.

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Foto de capa: Facebook do Cruzeiro