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No dia 19 de fevereiro aconteceria o maior do estado do Paraná, Atlético e Coritiba. Os dois grandes rivais jogariam uma partida válida pela 5ª rodada do Campeonato Paranaense, no estádio da Arena da Baixada. Ambos os clubes não venderam os direitos de transmissão de seus jogos para a Rede Globo e decidiram contratar uma produtora – com profissionais do canal Esporte Interativo – para transmitir, gratuitamente, o jogo via Youtube e Facebook.

Entretanto, quando o estádio estava tomado por torcedores e os dois times já estavam no gramado para iniciar o clássico, surgiu uma ordem da F.P.F. (Federação Paranaense de Futebol), dizendo que o jogo não poderia iniciar se a equipe da produtora contratada não se retirasse do campo. A alegação apresentada pela Federação é que os dez integrantes da produtora não haviam sido credenciados em tempo hábil, que seria 48 horas antes do início do jogo.

O árbitro da partida recebeu essa informação e não iniciou o confronto. Essa decisão da F.P.F. gerou um conflito, pois os clubes informaram que não iriam jogar se a produtora não fizesse a transmissão do jogo. De fato os clubes não continuaram em campo e a partida não foi realizada.

É evidente que para qualquer evento, esportivo ou não, é necessário que se faça o credenciamento dos profissionais que irão trabalhar nele. Porém, o que a F.P.F. fez é um completo absurdo e colocou em risco a vida de milhares de pessoas, cerca de 20 mil torcedores estavam no estádio.

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