AS Mónaco 3-1 Manchester City: À conquista do futebol europeu

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O segundo e decisivo jogo da 2.ª mão dos Oitavos-de-final da Liga dos Campeões entre a equipa francesa do A.S. Mónaco e a equipa inglesa do Manchester City criou enormes expetativas entre os amantes do Deporto Rei, após a frenética partida disputada entre as duas equipas na 1.ª mão em Inglaterra, que terminou com a vitória do conjunto visitado por 5-3.

O jogo que iria decorrer no Stade Louis II tinha duas componentes extra-motivacionais para ambos os lados: do lado da casa, o Mónaco, treinado pelo português Leonardo Jardim, tinha obrigatoriamente de vencer por dois golos de diferença, caso quisesse qualificar-se para os Quartos-de-final, fase essa que não alcançava desde a época 2014/2015, em que acabaria por ser eliminado pela Juventus; do lado forasteiro, o Man. City, comandado pelo espanhol Pep Guardiola, precisava apenas de gerir a vantagem trazida de Terras de Sua Majestade, para conseguir repetir a sua presença nos Quartos pelo segundo ano consecutivo. Tendo em conta os dois aspetos referidos anteriormente, os monegascos e citiziens entrariam em campo conscientes de que o encontro não seria fácil para qualquer um, sendo que iria ser necessário uma enorme concentração, entrega e vontade em querer ganhar para levar de vencida o seu oponente.

Com os dois treinadores a repetirem praticamente os onzes iniciais do primeiro jogo em Manchester (exceções feitas para Radamel Falcão e Yaya Touré), o jogo começou com a equipa da casa a querer assumir desde logo o controlo do jogo. O bom início de jogo monegasco seria recompensado com o golo de Mbappé Lottin, aos 8’, após assistência de Bernardo Silva. O golo madrugador desconcentrou a equipa inglesa, que, durante os primeiros 20 minutos, não teve uma única oportunidade de golo iminente, limitando-se a fazer uma rápida circulação de bola, tentando explorar os espaços vazios na defesa francesa.

O Mónaco, que necessitava agora de marcar mais um do golo para passar para a frente da eliminatória, não partiu desenfreadamente à procura desse mesmo golo, em vez disso, procurou manter o controlo do jogo e aproveitar as perdas de bola do meio-campo do City, para atacar rapidamente a baliza à guarda de Wilfredo Caballero. E foi numa recuperação a meio-campo, que surgiu aos 29’ o 2-0 do Mónaco – golo de Fabinho.

Fabinho assinou o 2-0 Fonte: ESPN
Fabinho assinou o 2-0
Fonte: ESPN

Com a vantagem obtida na 1.ª mão a ser anulada rapidamente, o Man. City viu-se obrigado a ter de abrir mais o seu jogo, embora o Mónaco tenha conseguido estancar eficazmente a reação dos visitantes. Até ao apito do árbitro para o intervalo, não houve mais ocasiões de golo para qualquer dos lados. O jogo chegava ao intervalo com o resultado de 2-0 no marcador, a favor da equipa da casa, o que era totalmente justo, visto que os franceses demonstraram estar mais interessados em querer jogar a partida, ao contrário dos ingleses, que não quase não deram um “ar de sua graça” durante os primeiros 45 minutos de jogo. O intervalo poderia ser importante para os homens de Pep Guardiola retificarem o seu desempenho, a fim de repor a vantagem trazida de Manchester.

O segundo tempo da 2.ª mão dos Oitavos-de-final trouxe um Manchester City bastante diferente do que se viu na 1.ª parte, sendo que os citiziens, mal soou o apito para o recomeço da partida, tentaram visar a baliza de Subasic. Ao Mónaco, bastar-lhe-ia manter a postura demonstrada no primeiro tempo e os atacantes do City longe da sua área, que quase de certeza conseguiriam preservar a vantagem de dois golos.

Guilherme Costa
Guilherme Costahttp://www.bolanarede.pt
O Guilherme é licenciado em Gestão. É um amante de qualquer modalidade desportiva, embora seja o futebol que o faz vibrar mais intensamente. Gosta bastante de rir e de fazer rir as pessoas que o rodeiam, daí acompanhar com bastante regularidade tudo o que envolve o humor.                                                                                                                                                 O Guilherme escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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