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O que é um bom golo? Ou um grande golo? À primeira vista, é claro, é um remate de longe, um remate potente onde a “coruja dorme”, é um pontapé de bicicleta ou um remate cruzado após um “nó cego”. E aqueles golos que foram marcados após uma confusão na área, ao minuto 90+3, que decidiram quem passava à final da Liga de Campeões?

Pediram-me para escrever sobre o “Top” golos das campanhas do troféu mais desejado na Europa e aqui estou eu a pensar na definição de grandes golos.

Não consigo descurar o golo de Sergi Roberto, em 2016/17, frente ao Paris SG ao minuto 90+5, o cansaço acumulado, com os nervos e a pressão no pico, só consigo pensar que aquele golo só está ao alcance dos melhores, dos que ficam para a história e os que escrevem a mesma.

Um grande golo, será sempre um grande golo. Mas nunca retirarei o fator emocional ao jogo, por isso, para mim neste top não estarão só grandes golos, mas também estarão os golos que fizeram plateias inteiras festejar, gritar e chorar.

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Dito isto, vou listar o meu “Top 5” da Liga dos Campeões (Acreditem, isto não foi fácil).

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