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Arsenal e Manchester City defrontaram-se pela segunda vez esta semana, após os citizens terem levado a melhor,no passado Domingo em Wembley , tendo então erguido aquele que foi o seu primeiro troféu da época, a Taça da Liga.

O jogo desta noite esteve até em risco dadas as condições meteorológicas sentidas em Londres, tempestades e tornados têm atormentado a capital britânica, contudo, com linhas de campo azuis e bola especifica para a ocorrência de neve, houve mesmo jogo.

Foi na primeira parte que se assistiu às principais “cenas” deste confronto entre gunners e citizens. A equipa da casa entrou claramente melhor na partida, com mais bola, poderio ofensivo e até algumas oportunidades, mas quando na outra metade do campo está uma das melhores equipas do mundo com jogadores de renome internacional que de um momento para o outro conseguem fazer golo, tudo se torna mais difícil. E assim foi, numa jogada individual de Leroy Sané, após fintar quatro adversários, fez a bola chegar ao português Bernardo Silva que num remate colocadíssimo, bateu Peter Chech e inaugurou o marcador no Emirates Stadium.

Começava ali a única tempestade sentida esta noite em Londres, “ordenada” por Pep Guardiola e com o nome de Manchester City, durou 30 minutos e resolveu um jogo de futebol! Até final do primeiro tempo, o isolado líder do campeonato inglês dominou por completo o jogo, nunca deixando o adversário criar perigo e conseguiu sentenciar a partida com mais dois golos.

Primeiramente, aos 27 minutos, através de uma brilhante triangulação entre Sané, Aguero e David Silva, o espanhol surge dentro da área na cara do guarda-redes e não perdoou. O ponto final no encontro aconteceu aos 32 minutos, numa transição ofensiva bastante rápida a culminar com uma antecipação de Sané a Bellerin e a encostar sem dificuldade para dentro da baliza, levando os adeptos do Arsenal ao desespero e Arsène Wenger de rastos como ilustrararam as imagens captadas.

O jogo estava portanto resolvido, permanecia somente a dúvida se se assistira a uma humilhação ou se o Arsenal conseguiria pelo menos o tento de honra,  nenhuma das opções se verificou porque Pep Guardiola é conhecido por ser um estratega, tendo conseguido montar a sua equipa de forma a não ceder qualquer tipo de espaços ao adversário e sabendo que do outro lado já se jogava no espirito de “perdido por 1 perdido por 100”, fez do contra-ataque uma arma temível.

A verdade é que acabou por não haver muitos momentos de destaque, à excepção do penalty defendido por Ederson, que já com a camisola do Benfica havia levado a melhor sobre Aubameyang no capitulo das grandes penalidades, e ainda aos 77 minutos quando Cech com uma grande defesa impede Kun Aguero de entrar para a lista dos marcadores.

A simplicidade de movimentos e eficácia de um setor ofensivo de excelência lançaram a equipa de Manchester para um triunfo que além de valer 3 pontos, pareceu evidenciar que o título da Premier League já não escapa.

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