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O jogo com maior nome deste fim de semana aconteceu na cidade dos Beatles e opôs a equipa da casa, o Liverpool, a um rival da capital, o Arsenal. Ambos os emblemas chegaram a esta partida como as únicas equipas da Premier League que somaram por vitórias os dois encontros já disputados na competição, ainda que o Liverpool o tenha feito de forma mais expressiva do que o Arsenal (seis golos marcados contra três dos londrinos).

Numa primeira parte agitada, entraram melhor os “Reds”, procurando criar perigo desde o primeiro minuto e pressionando os “Gunners” logo na saída de bola, não deixando que Ceballos e Guendouzi pudessem ligar o jogo entre a defesa e o ataque. Perante esta dificuldade em sair a jogar de forma apoiada, o Arsenal tentava explorar a velocidade do seu ataque, composto por Aubameyang e o reforço Pépé, mas pouco era o espaço concedido pelo Liverpool.

Os londrinos estavam a ser dominados, pertencendo à equipa de Merseyside o controlo total da posse de bola e sendo este utilizado para criar sucessivas oportunidades perigosas para a baliza de Leno.

No entanto, o Liverpool não conseguia materializar as oportunidades que possuía e, à passagem do 34.º minuto, na sequência de um canto a favor dos “Reds”, a bola sobrou para Nicolas Pépé e este embalou em direção à baliza de Adrián, que conseguiu defender e manter o nulo no placar. Os “Gunners” deixavam o aviso, colocando em sentido a equipa de Jurgen Klopp.

Apesar deste lance esporádico, o Liverpool continuou a insistir e foi finalmente recompensado pela sua superioridade: Alexander-Arnold, o marcador de cantos oficial da equipa de Anfield, colocou a bola na área com a qualidade habitual e encontrou a cabeça do central Matip, que abriu o ativo ao minuto 41. Os “Reds” saíam na frente para o intervalo e com justiça, facilitando com certeza a palestra de Klopp no balneário.

Fonte: Liverpool FC
Logo no retomar do jogo, Anthony Taylor apontou sem hesitar para a marca de grande penalidade, após David Luiz ter puxado de forma clara a camisola de Mo Salah. O egípcio encarregou-se da marcação do castigo máximo e converteu-o de forma sublime, colocando a bola no canto superior direito da baliza do Arsenal e ampliando a vantagem do Liverpool para 2-0.
No entanto, o “Faraó” não ficou por aqui: ao minuto 59, arrancou pela direita e só parou quando colocou a bola no fundo das redes dos londrinos, elevando o resultado para 3-0 e começando a colocar-lhe contornos de goleada.

Os “Reds” tentaram manter o esférico sob controlo e continuaram a criar oportunidades para golo, mas foram os “Gunners” quem chegou ao “tento” de honra: Aubameyang entrou na área com a bola controlada, mas esta sobrou para Torreira, que rematou rasteiro e fora do alcance de Adrián, reduzindo para 3-1 aos 85 minutos.

Até final foi o Arsenal quem tentou chegar ao golo, mas o tempo esgotou-se e o resultado não se alterou. Uma partida de alto nível dos comandados de Jurgen Klopp não permitiu aos pupilos de Unai Emery discutir o jogo, ficando bem vincada a diferença de qualidade entre as duas equipas.

 

ONZES INICIAIS E SUBSTITUIÇÕES

Liverpool FC: Adrián; Alexander-Arnold; van Dijk; Matip; Robertson; Fabinho; Jordan Henderson; Wijnaldum (Milner, 69’); Sadio Mané (Oxlade-Chamberlain, 77’); Salah; Firmino (Lallana, 85’).

Arsenal FC: Leno; Maitland-Niles; Sokratis; David Luiz; Nacho Monreal; Guendouzi (Mkhitaryan, 85’); Granit Xhaka; Joe Willock (Lacazette, 81’); Dani Ceballos (Torreira, 61’); Pépé; Aubameyang.

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