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Vindo de vitórias contundentes para a Taça da Liga (9-0 frente ao Burton Albion FC) e Taça de Inglaterra (6-1 frente ao Rotherham United FC), o Manchester City não teve grandes dificuldades em vencer uns Wolves famintos, que eliminaram o Liverpool FC na segunda-feira e com quem empataram na primeira volta.

O jogo começou com o domínio habitual dos Citizens, que se materializou à passagem do minuto dez, altura em que Laporte descobriu Sané nas costas da defesa adversária e o alemão serviu Gabriel Jesus para o golo.

O golo tranquilizou os da casa e o Wolverhampton não conseguia sair em contra-ataque, como tanto gosta. À passagem do minuto 20, Boly foi expulso e deu uma machadada quase definitiva no desfecho do jogo (e em Bernardo Silva também…).

A dez minutos do intervalo, e já depois de algumas triangulações perigosas do Manchester City, os comandados de Nuno Espírito Santo quase chegaram ao empate, mas Jota chegou atrasado ao cruzamento de Jonny. Logo depois, mais um erro individual de um defesa laranja deu o 2-0 aos campeões: Bennett travou Sterling na área e Gabriel Jesus bisou da marca do castigo máximo. Ao intervalo, com 2-0 no marcador e uma unidade a menos nos Wolves, o jogo estava decidido.

Fonte: Manchester City

Nuno ainda acreditava ser possível levar algo positivo deste jogo e lançou Adama Traoré ao intervalo. No entanto, a toada do primeiro tempo manteve-se e o Wolverhampton teve ainda mais dificuldades em chegar à baliza de Ederson. O City poderia ter ampliado a vantagem por, pelo menos, duas vezes, mas Sterling e Kevin De Bruyne, entretanto lançado por Pep Guardiola, não aproveitaram. Pouco tempo depois, o belga cruzou de forma soberba e Coady, infeliz, introduziu a bola na própria baliza. 3-0 no marcador e dúvidas, se ainda existissem, totalmente dissipadas.

O apito final chegaria sem mais alterações no marcador. Um jogo que prometia muito «perdeu a graça» muito cedo quando o City, já em vantagem, ficou em superioridade numérica. Os Wolves não conseguiram fazer as suas saídas em ataque rápido como de costume (sentiu-se a falta de Hélder Costa ou Ivan Cavaleiro) e depois da saída de Raúl Jimenez, não mais incomodaram Ederson. Já o Manchester City confirmou o bom momento atual, tirando proveito da qualidade dos seus extremos e criatividade e capacidade de pressão do seu meio-campo.

 

Onzes iniciais e substituições:

Manchester City FC: Ederson, Walker, Stones, Laporte, Danilo, Fernandinho, Bernardo, David Silva (De Bruyne 62’), Sané (Gundogan 74’), Sterling, Gabriel Jesus (Aguero 76’).

Wolverhampton Wanderers FC: Rui Patrício, Doherty, Coady, Bennet, Boly, Jonny, Dendoncker, Ruben Neves, João Moutinho (Gibbs-White 72’), Diogo Jota (Saiss 59’) e Raúl Jimenez (Adama 46’).

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