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Didier Drogba – O calendário marcava o ano de 2007 e o “novo” Wembley era palco da segunda final entre blues e red devils. Tanto de um lado como do outro havia uma constelação de estrelas em campo e havia três portugueses em destaque que podiam vencer a Taça de Inglaterra: Paulo Ferreira e José Mourinho do lado do Chelsea FC e Cristiano Ronaldo do Manchester United FC.

Depois de o campeonato ter decidido que os red devils eram os campeões (outra vez), a FA Cup podia ser uma espécie de “vingança” a esse primeiro destino da época. As duas formações mandavam em termos internos e as decisões passavam mesmo entre ambos. A verdade é que o equilíbrio foi nota dominante nesta final de 2007 e a bola parecia que teimava entrar. Também que bola ousava passar por entre os corpos de Petr Cech e Edwin Van der Sar? Pois… Também pensaria duas vezes.

Mas voltemos ao nosso «herói». Drogba já tinha avisado aos 22 minutos com um remate fora da área, mas passou um pouco ao lado. Depois aos 60 minutos, um livre direto muito bem colocado foi beijar o poste esquerdo de Van der Sar e foi este o único a negar o seu golo. Aos 105 minutos, com um cabeçamento baloiçou a rede, mas do lado de fora. Tantos avisos tinham de dar em golo e deu mesmo. Aos 115 minutos, a tabelinha com Frank Lampard pôs Drogba cara a cara com Van der Sar e surgiu o golo do costa-marfinense. O toque subtil deu a vantagem mínima ao Chelsea e também deixou o troféu em Londres, mas na casa dos blues.

Drogba foi herói em 2007, porém, este jogo seria uma antevisão para uma final ainda melhor: a Champions de 2008, que acabou com vitória dos red devils.

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