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Cabeçalho Liga ItalianaNa antecâmara da última jornada da Liga dos Campeões, onde ainda não garantiram o apuramento para os oitavos-de-final (o Nápoles até não depende só de si), Nápoles e Juventus protagonizaram um bom jogo de futebol no San Paolo, correspondendo às expetativas de um clássico.

Com Higuaín recuperado de uma fratura na mão, mas sem poder contar com Mandzukic e Lichtsteiner (titulares no último jogo), Massimiliano Allegri optou por uma defesa a quatro, colocando de início Asamoah e De Sciglio, relegando Alex Sandro para o banco de suplentes.

Já a equipa da casa entrou em campo com duas alterações em relação ao último jogo, registando-se as entradas de Albiol e Mário Rui para os lugares de Chiriches e Maggio, respetivamente.

O jogo começou agitado, com ambas as equipas a demonstrarem vontade de vencer o jogo. A primeira oportunidade foi para os visitantes, com Higuaín a tentar colocar a bola por cima de Reina, que fez muito bem a mancha. Falhou à primeira, não falhou à segunda. À passagem do minuto 13, num contra-ataque muito bem conduzido por Dybala, que soltou a bola no momento certo, o avançado argentino, à saída de Reina, colocou a bola pelo seu lado esquerdo, junto ao poste, fazendo o único golo da partida.

Juventus marcou cedo e soube defender, garantindo três importantes pontos Fonte: Juventus FC
Juventus marcou cedo e soube defender, garantindo três importantes pontos
Fonte: Juventus FC

A resposta da turma Napolitana foi célere, com um remate perigoso, do meio da rua, de Hamsik. Poucos minutos volvidos, Insigne com um remate colocado obrigou Buffon a defender para canto e, na cobrança do mesmo, outra vez Insigne com um cabeceamento muito perigoso que proporcionou uma boa defesa ao guardião visitante.

Na segunda parte, a toada manteve-se, com a predominância da posse de bola dos comandados de Maurizio Sarri e aposta da Juventus na defesa muito recuada e nas saídas em contra-ataque, através da velocidade de Douglas Costa ou da técnica de Dybala.

Apesar de tudo, a melhor oportunidade do segundo tempo foi mesmo da Vecchia Signora, com um remate fortíssimo em vólei de Matuidi, ao qual Reina defendeu instintivamente.

Os azzurri muito tentaram chegar ao golo, com as sucessivas variações de jogo e um futebol atrativo, porém pouco eficaz. Mérito da Juventus que não teve vergonha de adotar uma estratégia mais defensiva e conseguiu relançar-se na procura do hepta, vencendo na casa da que vem sendo a melhor equipa italiana esta época. A introdução de mais uma unidade no meio-campo foi chave, na medida em que conseguiu estancar o maior municiador de jogo napolitano, Jorginho.

O Nápoles até fez por merecer o empate, mas a frieza da Juventus fez a diferença. Relançado o campeonato, o que nós desejamos é que continue sempre assim tão competitivo!

Foto de Capa: Juventus FC

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