10 capítulos dourados da História do Futebol

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O futebol e a sua história ficam indelevelmente marcados pela soma dos seus vários períodos, dentro dos quais, grandes clubes, ou mesmo selecções marcam uma era, e ganham o seu espaço na eternidade.

Hoje trago-vos, aquelas que são, na minha opinião, 10 das melhores equipas da história do futebol, que pelos seus feitos ímpares em períodos muito concretos lograram conquistar o seu espaço no Olimpo.

O Santos do Rei Pelé foi no período entre 1955-1968 uma equipa temível, constituída por nove campeões do mundo, e que apesar de ter sido duas vezes campeã mundial, ficou sempre no ar a ideia de que poderia ter conquistado muito mais. Naquela altura os jogos particulares eram bastante comuns, sendo que as principais equipas eram convidadas para disputar partidas pelo mundo fora. O Santos sempre foi bastante requisitado, fazendo várias viagens durante a época, ganhando muito prestígio e dinheiro.

O Brasil da década de 70! A Canarinha foi tricampeã do mundo, numa formação que contava com Tostão, Pelé, Rivellino, entre outros craques. O futebol bonito, alegre e apaixonado daquela selecção correspondia à constelação de estrelas que formava o seu plantel, e ficará para sempre nos anais da história.

 

Neste elenco não poderia faltar o maior clube do mundo, o Real Madrid 1956-60 que conquistou as cinco primeiras edições da Taça dos Clubes Campeões Europeus entre 1956 e 1960 sob a batuta de Di Stefano e do Major Galopante Puskas.

O AC Milan de 1987/1991 que contava com Carlo Ancelotti, Frank Rijkaard, Van Basten, Gullit, Paolo Maldini, Franco Baresi, e uma constelação de estrelas que no final dos anos oitenta foi o clube transalpino com maior sucesso na Europa.

O Ajax de 1965/1973 confundia-se com a sua grande estrela: Johan Cruyff, e era comandado pelo emblemático Rinus Michels. Para a história, e alguns anos após o Penta do Real Madrid, o Ajax viria a conquistar três Ligas dos Campeões.

O Liverpool de 1975-1984 é outro dos mais brilhantes capítulos da história do futebol. Quatro dos cinco troféus da Liga dos Campeões estão no seu hall of fame foram conquistadas por esta geração. A acrescer, a equipa liderada por Graeme Souness, Kenny Dalglish e Alan Hansen também conquistou sete campeonatos em oito edições do Campeonato Inglês neste período.

A Hungria de 1950-1956 liderada por Ferenc Puskas foi campeã olímpica em Helsinque, 1952, tendo perdido apenas dois jogos entre 1949 e 1956. Um deles foi precisamente a final do Mundial de 1954, na Suíça, num episódio apelidado de “Milagre de Berna”, em virtude da surpreendente vitória da Alemanha por 3-2. Hoje em dia, poucos são aqueles que se lembram do vencedor desse mundial. Mas ninguém se esquece da imbatível selecção Magiar que dominou o futebol de selecções neste período.

 

A famosa Hungria de Puskas Fonte: https://leiacorner.com.br
A famosa Hungria de Puskas
Fonte: https://leiacorner.com.br

O Inter de Milão de 1962-1967 dominou na Europa e em Itália, tendo conquistado a Taça dos Clubes Campeões Europeus em 1963/64 e 1964/65, e marcou a diferença ao inovar para um esquema táctica com um líbero, sob a batuta do genial Heleno Herrera.

A Espanha dominou o mundo entre 2007 e 2012 ao conquistar o Euro 2008 eo Euro 2012, e ainda o Mundial de 2010. A obsessão pela posse de bola, e a base formada pelo campeão europeu de clubes Barcelona tornaram a Espanha numa selecção imbatível neste período.

Por último, uma referência ao Barcelona de Pep Guardiola, que entre 2008 e 2011 foi a melhor equipa do mundo, detentora de um futebol apaixonante e demolidor, que culminou com a conquista de duas Ligas dos Campeões, dois Mundiais de clubes e três Ligas Espanholas, comandada pelo astro argentino Leonel Messi.

Foto de Capa: DailyMail

Nuno Pássaro
Nuno Pássarohttp://www.bolanarede.pt
Licenciado em Direito, faz da advocacia a sua profissão, sem nunca descurar o maior vício de todos: o futebol! Seja a competir, a escrever ou simplesmente a contemplar, azul e branco é o coração.                                                                                                                                                 O Nuno não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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