Guerra na Ucrânia: Contra os canhões marchar, marchar

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NESTA SEMANA, O NOSSO CRONISTA VIP PEDRO AFONSO ESCREVE SOBRE O IMPACTO DO FUTEBOL NA GUERRA NA UCRÂNIA

É sempre difícil falar de guerra e futebol ao mesmo tempo. Por mais que algumas pessoas queiram misturar estas palavras, elas não têm qualquer tipo de relação. Contudo, o futebol não deve ficar alheado do que se passa na sociedade. É o desporto mais popular do mundo e tem um impacto muito forte sobre tudo o que se passa neste planeta.

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Il calcio non fa politica, ma reclama a gran voce la pace!”(O Futebol não faz política, mas reclama a voz alta pela paz). Esta frase foi dita por todos os speakers da Serie A na última jornada. É uma frase que descreve na perfeição o papel do futebol neste momento que vivemos.

Nos primeiros dias de guerra, vimos várias manifestações a surgirem, que tiveram peso nas decisões políticas e económicas de cada país em relação aos invasores. A guerra não vive numa redoma e numa época de partilha global, todos os grandes gestos podem influenciar o dia seguinte deste conflito.

O futebol também tem uma voz, assim nos provaram Sócrates, Rashford, Ruud Gullit, Megan Rapinoe, entre muitos outros. Uma voz cheia de casos de sucesso que tem lutado contra uma série de preconceitos e que tem mudado o mundo para melhor.

Nesta guerra, o futebol não tem nenhuma obrigação moral, mas tem a obrigação social. A obrigação de educar, de consciencializar, de mostrar o que o mundo precisa para evoluir, para o próprio futebol crescer, porque só com sociedades fortes é que o futebol se torna ainda mais forte.

O futebol não pode aceitar ser liderado por uma FIFA sem valores e que toma decisões à espera que ninguém repare na deliberação ridícula que determinou (e que felizmente teve de se redimir). Claro que o futebol também erra, mas deve lutar todos os dias para ser um exemplo.

Por isso, nesta guerra que se prevê longa, espero que o futebol não se enfie no buraco e se junte à luta pela paz. Só assim… todos venceremos.

Redação BnR
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