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Se achavam que 100 milhões era astronómico, digam agora o que acham de 222 milhões de euros?! Um negócio que pode ascender (facilmente) ao bilião de euros… Jogadores normais a serem vendidos por 20, 30 milhões, é lógico que numa competição também fora das quatro linhas, os valores aumentem e aumentem.

Todos os verões temos a janela de transferências, parece monótono. Mas não. Muita expetativa em ver novos jogadores brilhar na nossa equipa, fazer dela mais forte. No caso concreto do futebol português, as transferências não servem para isso. Em primeira instância servem, neste modelo de negócio, para atenuar a perda do jogador exportado, e ao mesmo tempo se tornar a próxima exportação a curto/ médio prazo. Mesmo assim, as equipas do nosso campeonato, de forma razoável, mantêm o nível apresentado na temporada passada. Contudo, competir fora de portas torna-se quase impossível, pois numa competição europeia, por exemplo, são requeridos jogadores completamente adaptados, com todos os processos assimilados, e um grau de entrosamento com os colegas muito elevado. O próximo clube português a erguer uma Liga dos Campeões, terá de ter acertado em cheio nas apostas que fez, apostas essas que certamente seriam exportadas logo na noite da hipotética celebração do troféu. Mas isto sou eu a divagar…

Estou ansioso pelo início da Liga dos Campeões 2017/18! Numa era em que os poderosos não olham a meios, e continuam a elevar a já alta fasquia de valores envolvidos em transferências, e constroem uma super equipa. Ainda bem que existem mais super equipas, senão não tinha piada… Real Madrid, Manchester United, Juventus, PSG, Mónaco, City, Bayern, Dortmund, Chelsea, Barcelona, Atlético de Madrid, equipas que são capazes de muito num jogo de futebol, constituem a elite na atualidade. Dotadas de poderio financeiro, ao contrário dos nossos emblemas, não sentem a necessidade de vender, e conseguem, com menor dificuldade, manter as suas principais armas.

Muitas viagens se fizeram este Verão, com jogadores e agentes a negociarem possibilidades contratuais; dirigentes, treinadores e presidentes a trabalharem na renovação do plantel, e além disso, em perspetivarem um plano para a secção, obviamente, do futebol, a médio prazo. Afinal, uma equipa não se monta em pouco tempo.

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E quais foram as viagens mais marcantes deste Verão? A de Lukaku, não muito longa, até Manchester? Ou a de Paulinho para o Barça? Claro que o método de avaliação, em termos de preponderância que o jogador terá, não se mede através dos quilómetros de distância efetuados até ao seu novo lar…

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