Última horaJá está definida a final da Taça Sul-Americana
Publicidade

As 5 melhores parcerias da história do futebol

Diogo Soares Loureiro · 3 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Existem muitas parcerias no futebol, umas de mais curta e outras de maior longevidade. Mas não é em qualquer clube, nem todos os anos que podemos encontrar duplas que encaixaram na perfeição.

Destacamos esta semana várias parcerias de jogadores, que em cinco países/campeonatos diferentes demonstraram a sua qualidade e consistência e que na sua maioria estiveram juntos por um hiato temporal considerável, o que fez aumentar a ligação entre ambos.

Vamos a isso.

5.


Toby Alderweireld e Jan Vertonghen – Nove anos lado a lado.

Não é propriamente a dupla mais “laureada” e titulada do futebol, mas é impressionante pensar que dois meninos que aos 17 anos de idade emigram da Bélgica para a Holanda, conseguem tornar-se titulares do AFC Ajax, ambos foram capitães e ambos se transferiram para o Tottenham Hotspur FC, acabando por protagonizar um total de nove épocas juntos.

A juntar a estes dados impressionantes a nível de clubes, partilham igualmente o eixo defensivo na seleção belga há já vários anos.

Os verdadeiros irmãos de mães diferentes.

4.

Maldini e Baresi – Embora não tenham jogado assim tanto tempo juntos, Franco Baresi e Paolo Maldini formaram uma das duplas de centrais mais difíceis de bater na história do futebol mundial. Dadas as caraterísticas de cada um individualmente, eram o complemento perfeito um do outro.

Ídolos do AC Milan, o único clube que defenderam ao longo de toda a carreira, fizeram parte da grande equipa Rossonera do final dos anos 80 e início da década de 90. Além de extremamente técnicos, cometiam poucas faltas.

Nos 196 jogos em que atuaram lado a lado, sofreram apenas 23 golos, numa média de 0,1 golo por partida. Brilhantes.

3.

Puyol e Piqué – Depois de uns impressionantes 19 anos (!) a defender a camisola do FC Barcelona e de realizar um total de 663 jogos com a camisa culé, Carles Puyol anunciou a sua reforma, corria o ano de 2014. Dividiu o centro da defesa com Gerard Piqué durante seis anos.

No momento da despedida, Piqué homenageou o seu parceiro de defesa, referindo que era impossível imaginar um Barcelona sem Puyol. “Eras o meu anjo da guarda. Sei que vou sentir falta das nossas conversas nos vestiários, dos teus conselhos e sobretudo as broncas que recebia em campo. És único e irrepetível”.

Esta parceria serviu de base para a conquista de dois Mundiais de Clubes, duas Ligas dos campeões, quatro títulos Campeão Espanhol, duas Copas do Rei e quatro Supercopas da Espanha.

2.

Bergkamp e Henry – Faziam parte dos “Invincibles” de Arsène Wenger em 2003/04.

Talento, velocidade, explosão, elegância e muita eficiência na frente dos guarda redes. Foram responsáveis por 34 golos e 17 assistências naquela campanha mágica que culminaria com o último título de campeão do Arsenal FC.

Quando perguntaram a Thierry Henry qual o melhor jogador com quem jogou na sua longa e titulada carreira, o francês não teve dúvidas em responder: “Pela longevidade e porque o via diariamente nos treinos durante sete anos, Dennis Bergkamp. Ele fazia sempre o que o jogo pedia naquele momento.“

 1. 

João Pinto e Mário Jardel – Muito difícil escolher a parceria mais marcante em Portugal. Principalmente o centro da defesa do FC Porto apresentou várias duplas que mereciam destaque, ou então os super capitães Jorge Costa e Vítor Baía.

Escolhi esta dupla de Alvalade porque foram absolutamente preponderantes para aquilo que seria o último título de campeão do Sporting Clube de Portugal. O pai era João Pinto, Jardel era o filho, enquanto o nervoso bloco de notas de Laszlo Bölöni era o Espírito Santo.

Os leões avançaram época fora com João Vieira Pinto a assistir os golos de Jardel, que atingiu a quantia estratosférica de 42 só no campeonato.

Diogo Soares Loureiro

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Europa League

Resistir e Sonhar | Ferencváros x Torreense

Depois dos baldes de água fria frente a Tondela e sobretudo Sunderland, o Torreense vê nova oportunidade de espantar a Europa a ser providenciada por um dos mais rodados adversários que lhe calhou em sorteio. O histórico Ferencváros participa em fases de grupos ou liga europeias consecutivamente desde 2020 e ganhou a liga húngara sete vezes seguidas, até se deixar surpreender a época passada pelo Györ – ora, como grande dominador daquele futebol, restava apenas ao Ferencváros dar uma de Bayern, absorvendo o talento que se atreveu a meter em causa a hegemonia. E assim substituiu o lendário Robbie Keane por Balász Borbély, o eslovaco de 47 que cometeu a proeza (regressando assim a casa, ele que já tinha treinado juniores e equipa secundária do Ferencváros entre 2019 e 2022).  Antecipava-se, por isso, conto de fadas. Que Borbély conseguisse imprimir o registo dominador de outrora em contexto nacional e manter o sucesso recente fora-de-portas, conciliando harmoniosamente os índices competitivos. Enquanto se tem conseguido cumprir com a segunda expectativa (veja-se o percurso dos húngaros, que ultrapassaram todas as rondas de qualificação), as coisas não vão de feição na Liga, com cinco empates em nove jornadas. «Nem tudo correu como planeado nesta temporada», explicou assim na antevisão ao encontro desta quinta-feira. «Os resultados na Liga Europa são bons, mas não acho que exista uma grande diferença na forma como jogamos para as duas competições».

Pedro Cantoneiro · 5 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.