Um rei que recusa um Mustang para cumprir o sonho de sair de um castelo montado num cavalo. Um jovem de baixa estatura que ambiciona sair de casa, na qual é vitima alguma violência, por exemplo, um dia levou algumas oito bofetadas alemãs, daquelas que aleijam bastante vindas dos campeões. Uma escavação petrolífera que é desencantada no meio de um jogo de xadrez. Uma estrela das redes sociais a quem é dada a possibilidade de fazer posts com tripas e rojões. Um ex-recluso/atual cidadão exemplar que, farto de iogurtes Oikos e de Platão, deseja muitíssimo voltar a Portugal, mas que entretanto apanhou para aí um bicho e ‘tá complicado. Cavani.

Creio que o caro leitor concordará que todas as frases acima enunciadas dariam belíssimos enredos para estupendas e intermináveis novelas. Imagine, então, a loucura total que seria juntar todos estes enredos numa só novela… Seja bem-vindo ao mercado de transferências.

Fala-se bastante no fabuloso trabalho do Diretor Geral de Futebol do Vitória SC, Carlos Freitas. No entanto, creio que há um erro nessa análise. Tal função parece estar a ser desempenhada, não por Carlos Freitas, mas sim por Gustavo Santos, visto tratar-se de uma remodelação ao estilo de Querido, Mudei a Casa. Pelo meio de uma aventura destas, o clube vimaranense surpreende meio país com a extraordinária contratação de Ricardo Quaresma. É que até a forma como o reforço foi anunciado foi algo brilhante.

Cavani.

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Lionel, pobre Lionel. Depois do incrível sucesso que foi a passagem de Leonel Pontes pelo comando técnico da equipa principal do Sporting CP, há agora mais um moço chamado Lionel (eu sei que não se escreve bem igual, caro leitor), um bocado menos conhecido, a dar que falar no mundo da bola. Trata-se, portanto de Lionel Messi. Parece que o “baixinhe” (é importante agradecer a Jorge Jesus uma oferta destas) viveu uma experiência absolutamente traumatizante na cidade de Lisboa. Já aconteceu a todos, é normal.

Aparentemente levou oito bofetadas de um grupo de bandidos alemães. Acabou por ser a “gota de água” para Messi, que se recusava a continuar no FC Barcelona, agora treinado por um individuo que também esteve ligado a Lisboa, o que poderia gerar stress pós-traumático no rapaz. No entanto, tratou-se da “gota de água” num copo que ainda está longe de ficar cheio porque nenhum clube se chegou à frente com um rim, que era mais ou menos o valor exigido pelo Barcelona para libertar Messi, pelo que o astro argentino continuará a servir os blaugrana.

Cavani.

Quando é mencionado o xadrez no mundo do futebol há duas possibilidades: os alternos poder-se-ão lembrar de um xadrez verde e branco, então tratar-se-á do Moreirense FC; os restantes lembrar-se-ão do Boavista FC. Ora esse xadrez do Boavista tem sido uma situação curiosa. Então parece que foram levadas a cabo escavações no Bessa, e pelos vistos a coisa correu tão bem que até petróleo desencantaram neste mercado.