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Novos e velhos, maus e bons, são características cada vez menos associáveis no que aos treinadores de futebol diz respeito.

A velha ideia de que os mais experientes têm maior probabilidade de sucesso está a desvanecer-se e temos até assistido a casos representativos disso mesmo. Treinadores ainda com idade para serem jogadores têm vindo, em alguns pontos do mundo, a mostrar-se muito conhecedores de jogo e muito capazes de levarem a sua equipa a patamares mais elevados do que os esperados.

Lembro-me agora por exemplo de Julian Nagelsmann, que com 33 anos, apesar de ainda não ter ganho nada em concreto ao serviço do RB Leipzig, conseguiu meter a equipa a jogar um ótimo futebol e levá-la às meias-finais da última edição da Liga dos Campeões. Ou Rúben Amorim, que ao serviço do Sporting de Braga conseguiu bater os três grandes em Portugal e agora, no Sporting CP já venceu a Taça da Liga e levou a equipa ao primeiro lugar, entusiasmando todos os seus adeptos.

Como referi, a idade é cada vez mais um número que pouco importa. Ela é sinal de experiência, é verdade, mas nem por isso é sinónimo de sucesso. Importa cada vez mais o conhecimento que se tem do jogo, mas também o lado humano e a forma como se gere um grupo de trabalho. Ainda assim, não quero com isto descreditar os treinadores mais experientes, que continuam e continuarão a fazer parte do mundo do futebol e que certamente terão também muito sucesso durante as suas carreiras.

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Alex Ferguson ou Arsène Wenger são dois bons exemplos disso mesmo, num mundo que tem espaço para todo o tipo de idades, ao que a treinadores diz respeito. É sobre os mais antigos que hoje falamos, num top 10 dos treinadores mais velhos em atividade no mundo do futebol. Alguns deles têm uma história muito bonita para contar e os seus títulos acabam por falar por si. Vejamos.

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