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MUNDIAL, 2002

Em 2002 eu tinha 13 anos, frequentava o 7.º ano e faltava (injustificadamente) pela primeira vez às aulas devido a Portugal. Acho que os meus pais não chegaram a descobrir, mas se fosse apanhada não hesitaria em pôr a culpa no Figo, no Pauleta, no João Pinto e companhia.

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Portugal defrontava a Coreia do Sul mesmo em cima da minha aula de inglês. A professora faltava muito e por isso não queria abdicar daqueles 90 minutos. Eu como delegada de turma tentava pôr em prática o que sabia de pronomes. Explicava-lhe que o pronome que entrava em campo não era “They”, era “We”, mas ela não se deixava abalar com o patriotismo esférico.

Chegámos a um consenso: os primeiros 45 minutos poderiam ser da seleção, os restantes 45 seriam dela. Como delegada dei-lhe a minha palavra, acreditando cegamente que os rapazes não me deixariam ficar mal e resolveriam o jogo antes do segundo tempo. Coitada, mal sabia eu que começaria cedo a sofrer de amor.

Não me lembro se os 45 minutos de jogo coincidiam com a entrada no segundo tempo da minha aula de inglês. Lembro-me que falhei a promessa. Portugal não só não resolvia o jogo na primeira parte, como jogava com menos um. Lembro-me, como se fosse hoje, de estar pendurada na janela do bufete da escola a implorar a algumas colegas que não fossem à aula. Haveríamos de levar falta coletiva em prol da seleção.

Usava todos os argumentos de que me lembrava. Era uma atrocidade o que a professora nos fazia. Era de uma insensibilidade tamanha querer que estudássemos a Grã-Bretanha enquanto Portugal se batia com a Coreia! (Sim, eu era uma adolescente muita intensa) Nada feito. As minhas colegas foram à aula. Portugal perdeu. Despediu-se do Mundial Coreia/Japão na fase de grupos e a minha falta foi em vão.

Redação BnR
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