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Longa espera a da selecção do País de Gales para emergir do esquecimento competitivo em que mergulhou no já longínquo ano de 1958, quando participou, pela primeira e única vez, numa grande competição internacional, no caso, o Campeonato do Mundo disputado na Suécia – chegou aos quartos-de-final, eliminada por um golo de um menino de 17 anos chamado Pelé.

Enganchado pelos seus poderosos vizinhos ingleses, o futebol galês sempre revelou grandes dificuldades para encontrar a sua própria identidade, produzindo, pontualmente, “craques” que se destacaram na Premier League, embora manifestando incapacidade em se afirmar colectivamente – o nome de Ryan Giggs misturou-se, por mais de duas décadas, com o do próprio país. Pelo contrário, Gareth Bale, a grande figura desta selecção, beneficiou do surgimento de uma geração – talvez a melhor de sempre do País de Gales futebolístico – capaz de premiar o seu génio com um relativo grau de competitividade.

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O João já nasceu apaixonado por desporto (onde até inclui o Curling). Depois, veio a escrita. A natureza tosca dos seus pés levou-o a ser jogador de andebol e jornalista de jornal e de rádio - a ambição cumpriu-se, mas os bolsos continuaram vazios. Adora uma boa história envolvendo desporto e os seus protagonistas. E apoia (fervorosamente) o Benfica e a Académica.                                                                                                                                                 O João não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.