As 5 maiores desilusões da 1.ª Jornada do Mundial 2018

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Teoria e prática não são coisas distintas. Quer dizer, são… mas não são. Depende. São distintas porque a primeira se refere ao que é tido como o natural, o lógico; a segunda diz respeito à demonstração, à execução, ou seja, à confirmação (ou não) do fundamento teórico. A meu ver, são distintas neste sentido.

Num sentido diferente, em que ambas se aliam, ou divergem, são tidas como “iguais”. Iguais pois nesse caso nenhuma das duas deve ser exaustivamente enaltecida. Ou seja iguais porque são igualmente impertinentes, são iguais porque são objeto de pós análise inútil. Inútil porque não adianta muito ir a esse ponto. As duas componentes são esquecidas, ou deveriam ser, na medida em que o acontecimento e todo o “sarau” já tenha tido lugar.

Antes do jogo, óbvio que sim, tudo o que envolve a matéria de antevisão deve ser deve ser usado, mas após o encontro nada disso tem validade… O jogo acabou? Há festejos de uma ou várias partes; desilusão de outra ou outras. É um dado adquirido. O futebol é cíclico.

E qualquer equipa, neste caso, Seleção Nacional, procura o seu lugar em qualquer época. Em todos os ciclos que se vão atravessando ao longo do tempo. A prática confirma ou não confirma a teoria. Neste sentido, agora mais concreto, ficaremos a conhecer as cinco desilusões da primeira jornada do Campeonato do Mundo. Cinco vezes em que a prática não obedeceu ao que a teoria emana…

Diogo Fresco
Diogo Frescohttp://www.bolanarede.pt
Fã de um futebol que, julga, não voltará a ver, interessa-se por praticamente tudo o que envolve este desporto, dando larga preferência ao que ocorre dentro das quatro linhas. Vibra bastante com a Seleção Portuguesa de Futebol.                                                                                                                                                 O Diogo escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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