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O jogo que fechou a fase de grupos do Mundial, opôs duas seleções que estiveram até agora em grande plano, mas ambas mascaradas com as suas segundas opções. Talvez por isso tenha sido um jogo mais morto, escasso de oportunidades, e com pouca emoção. A Bélgica fecha o grupo em primeiro lugar, e vai parar ao lado dos tubarões, enquanto a Inglaterra fica com o caminho teoricamente mais acessível. Uma derrota que poderá vir a revelar-se uma grande vitória.

O jogo não correspondeu às expectativas dos adeptos
Fonte: FIFA

O jogo foi morno, sem perigo para as duas balizas, muito dividido a meio campo, tendo a Bélgica entretido o público, ainda que por poucas vezes. A apontar um golaço de Januzaj, ao minuto 51’, que foi quase tão bom como a reação de Batshuyai logo de seguida. Se não viram, corram, e vejam os dois momentos. Difícil escolher qual o melhor. Pouco depois foi a Inglaterra a trazer qualquer coisa ao jogo, mas Rashford isolado na cara de Courtois, falhou clamorosamente a única oportunidades que os homens de Southgate criaram. Até final, a Bélgica teve as melhores oportunidades, e sai do jogo como justo vencedor, e com tarefa complicada na fase a eliminar. Para já o Japão, mas depois, a passar, será a doer.

Inglaterra: Pickford, Danny Rose, Eric Dier, John Stones (Maguire) , James Vardy, Gary Cahill, Phil Jones, Delph, Rashford, Loftus-Cheek, Alexander-Arnorld (Welbeck)

Bélgica: Courtois, Vermaelen (Kompany), Fellaini, T. Hazard, Tielemans, Jamuzaj (Mertens) , Dembele, Boyata, Batshuayi, Chadli, Dendoncker

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O Alexandro acredita piamente que se existe um Deus a melhor obra dele é, sem dúvida, o futebol. Saído de uma família benfiquista ferrenha, a escolha acabou por ser óbvia. Divide a paixão que têm pelos encarnados, com a paixão e o sonho de ver o Académico de Viseu de volta à primeira. A escrita é algo que sempre esteve presente no seu percurso, sendo que em todos os seus textos tenta incluir o humor que lhe é tão característico. Nascido e criado em Viseu, decidiu há 5 anos rumar a Lisboa para poder estar mais próximo da Luz, ou como os pais lhe chamam, estudar.                                                                                                                                                 O Francisco não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.