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Holanda 0-1 Itália : Liderança alimenta esperança italiana

Ana Beatriz Martins · 3 min

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A CRÓNICA: O GOLO DE ITÁLIA QUE RESUME A HISTÓRIA

Um dos jogos com maior destaque e com jogadores de alta intensidade em exibição, no entanto, o resumo é rápido e surge apenas um golo por parte da seleção nacional da Itália.

O golo reflete uma Itália intensiva, bem trabalhada e extremamente cuidadosa com a bola. Uma Holanda mais descuidada e preocupada essencialmente com a defesa da própria baliza, ao contrário da Holanda apresentada na edição anterior da Liga das Nações no ano de 2019.

Do lado adversário, é os apresentado uma Itália totalmente diferente, melhorada e com mais dinâmica a nível de jogo. Com esta comparação é de referir o desempenho da seleção italiana na última edição da Liga das Nações, onde a mesma não passou da frase de grupos.

Roberto Mancini apresenta uma equipa coesa e com bastante potencial para surpreender nas fases seguintes. A equipa do técnico italiano apresentou um cruzamento perfeitamente executado por Immobile e Nicolo Barella não pensa duas vezes em colocar a bola nas redes de Cillessen.

A grande oportunidade da Holanda surge aos 61’ com o remate fortíssimo de Memphis Depay, mas a bola acaba por ir à barra da baliza de Donnarumma.

Immobile ainda volta a tentar repetir o feito dos 46’ aos 68’, mas a bola sai junto ao poste direito da balizada da seleção da Holanda.

A história mantém-se em favor da Itália e a equipa arrecada pontos para subir a líder (embora pouco seguro com apenas um ponto de vantagem) do Grupo 1 desta edição da Liga das Nações.

A FIGURA

Immobile – Constante ao longo de todo o jogo, perfecionista com a bola nos pés e com imaginação levou a seleção italiana a líder do grupo com o seu cruzamento para o colega de equipa. Uma peça fundamental no jogo tático de Roberto Mancini.

O FORA DE JOGO

 

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Defesa da Seleção Holandesa – Apresentou falhas problemáticas ao longo de todo o jogo, descoordenada e pouco persistente quando confrontada com os avançados da seleção da equipa italiana.

ANÁLISE TÁTICA – HOLANDESA

A equipa gerida por Dwight Lodeweges apresentou um 4-3-3, com Chiellini a capitão e a conta com a dupla de Wijnaldum e Promes, juntamente com Depay mais avançado.

ONZE INICIAL E PONTUAÇÕES

N. Ake (5)

J. Cillessen (6)

F. de Jong (8)

M. Depay (8)

M. de Roon (7)

H. Hateboer (6)

Q. Promes (9)

D. Van de Beek (5)

V. Van Dijk (6)

J. Veltman (7)

G. Wijnaldum (8)

SUBS UTILIZADOS

S. Bergwijn (7)

L. de Jong (7)

D. Dumfries (6)

ANÁLISE TÁTICA – ITÁLIA

A par do adversário, Roberto Mancini opta por um 4-3-3 com algumas alterações. Florenzi, Acerbi, Biraghi, Pellegrini, Sensi e Belotti ficam de fora das opções e são substituídos por novas opções mais sólidas e consistentes.

ONZE INICIAL E PONTUAÇÕES

N. Barella (9)

L. Bonucci (8)

G. Chiellini (8)

D. D’Ambrosio (8)

G. Donnarumma (9)

Immobile (10)

L. Insigne (7)

Jorginho (9)

M. Locatelli (6)

L. Spinazzola (8)

N. Zaniolo (5)

SUBS UTILIZADOS

M. Kean (7)

F. Chiesa (6)

B. Cristante (7)

Ana Beatriz Martins

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