Rússia 2-0 Nova Zelândia: Vitória caseira na abertura da Taça

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O jogo de abertura da Taça das Confederações colocou frente a frente a Rússia, seleção anfitriã, e a Nova Zelândia.

A seleção da casa, sem Dzyuba nos convocados, apresentou um onze renovado, com Akinfeev e Zhirkov como parte da velha guarda russa. Por seu lado, a Nova Zelândia contou com Chris Wood como principal referência.

O jogo começou com a Rússia a assumir a vertente atacante, face a uma Nova Zelândia forte no ataque, mas com fragilidades na defesa. Devido a este fator, os jogadores russos aproveitaram e protagonizaram vários momentos que quase davam vantagem à equipa. Apesar das fragilidades, a defesa nova zelandesa estava bem posicionada e impediu o ataque.

As maiores oportunidades foram ao minuto 6, com um cruzamento de Samedov para um cabeçeamento de Vasin, que foi ao poste e seguidamente cortado. A seleção forasteira respondeu com vários lances de bola parada, em que Akinfeev se mostrou atento.

Num lance de excelente qualidade, a Rússia marca por Glushakov Fonte: Associated Press
Num lance de excelente qualidade, a Rússia marca por Glushakov
Fonte: Associated Press

Ainda na primeira parte, e após várias oportunidades, a Rússia chega ao golo. Ao minuto 30, um contra-ataque rápido entre Erokhin, Poloz e Glushakov permite ao número 8 um toque em habilidade para o golo. No entanto, antes de entrar, a bola tocou em Boxall, contraindo um auto-golo.

A primeira parte termina com a Rússia na frente do resultado, e a dominar o jogo em posse de bola e em número de oportunidades.

O segundo tempo confirmou o domínio russo que, apesar do ritmo baixo de jogo, criou várias oportunidades, resultando em 11 tentativas de golo e seis remates à baliza, enquanto a Nova Zelândia registou cinco tentativas e apenas um remate.

Por volta do minuto 69, a Rússia confirma a vitória com mais um golo. Um passe rasteiro de Samedov para dentro da área permite a Smolov ganhar o ressalto sobre Boxall e marcar o segundo da contagem.

A Rússia iniciou a Taça das Confederações com o pé direito, e com uma vitória importante. O fator casa foi útil, a que se juntou uma exibição bem conseguida, de uma seleção renovada e com novos objetivos. A Nova Zelândia apresentou um todo coeso, mas com algumas debilidades, que a Rússia soube explorar e, com isso, somar os primeiros três pontos da competição.

 Foto de Capa: FIFA

Miguel Catarino
Miguel Catarinohttp://www.bolanarede.pt
Aspirante a jornalista, destaca-se pela polivalência. Escreve sobre o SL Benfica e WWE, que acompanha com frequência há 12 anos.                                                                                                                                                 O Miguel escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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