Taça das Confederações ’17 (Magazine): Chile

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Percurso

Fonte: Facebook de Alexis Sánchez
Fonte: Facebook de Alexis Sánchez

A seleção chilena apurou-se para esta competição devido à primeira conquista da sua história, a Copa América 2015. Com Jorge Sampaoli ao comando, os chilenos ganharam a competição que foi disputada no seu próprio terreno.

Em seis encontros disputados no torneio, o Chile não perdeu nenhum. Envolvidos numa fase de grupos com Equador, México e Bolívia, os chilenos passaram no primeiro lugar. Na primeira partida, derrotaram o Equador por 2-0 com golos de Arturo Vidal e Eduardo Vargas. Seguiu-se um encontro esquisito, em que os comandados de Sampaoli empataram a três golos com o México. Mais uma vez, Vidal e Vargas foram os autores dos golos. Na última partida, os chilenos soltaram os seus génios e golearam a Bolívia por 5-0, com Charles Aránguiz a bisar. Alexis Sánchez, Medel e Raldes, com um autogolo, completaram o volumoso resultado alcançado por La Roja.

Na fase a eliminar, os chilenos começaram por derrotar, nos quartos de final, a seleção uruguaia por 1-0, num jogo muito equilibrado que apenas foi desbloqueado por um golo do defesa Mauricio Isla, já no último quarto de hora da partida. Nas meias finais, novo triunfo pela margem mínima. Os chilenos derrotaram a surpreendente seleção do Peru por 2-1. Mais uma vez, Eduardo Vargas bisou e carimbou a passagem para o encontro decisivo.

A final disputou-se entre Chile e Argentina. O resultado final foi um nulo, sendo necessário recorrer às grandes penalidades. No desempate, os chilenos foram mais fortes, vencendo por claros 4-1. Matías Fernández (ex Sporting), Charles Aránguiz, Arturo Vidal e Alexis Sánchez marcaram, beneficiando dos falhanços de Ever Banega e Gonzalo Higuaín para conquistarem a Copa América.

Em 2016, os chilenos venceram a edição comemorativa do centenário da Copa América, derrotando novamente a Argentina na final, e novamente após marcação de grandes penalidades. Contudo, foi a conquista de 2015 que lhes garantiu esta presença histórica na Taça das Confederações.

Diogo Janeiro Oliveira
Diogo Janeiro Oliveira
Apaixonado por futebol, antes dos livros da escola primária já lia jornais desportivos. Seja nas tardes intermináveis a jogar, nas horas passadas no FIFA ou a ver jogos, o futebol está sempre presente. Snooker, futsal e andebol são outras paixões. Em Portugal torce pelo Sporting; lá fora é o Barcelona que lhe enche as medidas. Também sonha ver o Farense de volta à primeira…                                                                                                                                                 O Diogo escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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