Taça das Confederações ’17 (Magazine): Chile

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O Selecionador

Fonte: Facebook da Selección Chilena
Fonte: Facebook da Selección Chilena

Hispano-argentino de 48 anos, Juan Antonio Pizzi teve uma longa carreira de jogador antes de iniciar a de treinador. Era avançado e dividiu quase todo o seu percurso entre Espanha e Argentina.

Na Argentina, representou clubes como Rosario Central e River Plate. Em Espanha jogou no Tenerife, Valencia, Barcelona e Villarreal. Além deste emblemas, ainda teve uma fugaz passagem por Portugal, onde marcou quatro golos em dezasseis jogos no FC Porto. Apesar de ter nascido na Argentina, Pizzi escolheu jogar pela seleção espanhol, ao serviço dos quais ainda disputou o Euro’96 em Inglaterra e o Mundial’98 em França. Ao todo, disputou 22 partidas com a equipa de “nuestros hermanos”.

Após este breve resumo da sua carreira como jogador, vamos ao seu percurso como treinador principal. Juan Antonio Pizzi começou a carreira de técnico em 2004/05, tendo feito quase toda a carreira na América do Sul. Esteve na Argentina, onde treinou o Colón, o Rosario Central e o San Lorenzo. Pelo meio, ainda treinou os peruanos do Universidad San Martín e os chilenos do Santiago Morning e da Universidad Católica. Em 2013/14, teve a sua única experiência na Europa, no Valencia, mas não correu da melhor forma, com apenas doze triunfos em mais de trinta partidas. Ainda esteve no Club León, do México, antes de assumir a seleção chilena no ano passado, tendo já sido ele o responsável pela conquista da segunda Copa América conquistada por “La Roja” na sua história, a de 2016.

Apesar de ter vencido a Copa América Centenário em 2016, Pizzi não tem sido unânime no seio do Chile. O hispano-argentino não alterou muito as bases que tinham sido utilizadas por Jorge Sampaoli, o responsável técnico pela conquista da Copa América 2015 e que foi recentemente anunciado como novo selecionador argentino, após uma temporada bem sucedida no Sevilha. Contudo, o facto de praticamente não contar com dois dos maiores criativos do futebol de La Roja nos últimos anos (Jorge Valdivia e Matías Fernández) gera algumas críticas em torno do selecionador. Veremos o que este Chile terá para dar sem os seus dois criativos, depois de já não os ter tido também em 2016.

Com uma defesa agressiva mas baixa em estatura, este Chile pode ser vulnerável no jogo aéreo, mas pela relva é uma equipa difícilima de bater. Tem um meio campo composto por jogadores muito agressivos sobre a bola, com um grande espírito de sacrifício e de luta, como os exemplos de Marcelo Díaz, Arturo Vidal ou Charles Aránguiz. No ataque, Alexis Sánchez é a estrela da companhia, sempre bem secundado por Eduardo Vargas, um avançado de quem eu gosto bastante, mas que faz sempre melhores exibições nas seleções do que nos clubes.

Diogo Janeiro Oliveira
Diogo Janeiro Oliveira
Apaixonado por futebol, antes dos livros da escola primária já lia jornais desportivos. Seja nas tardes intermináveis a jogar, nas horas passadas no FIFA ou a ver jogos, o futebol está sempre presente. Snooker, futsal e andebol são outras paixões. Em Portugal torce pelo Sporting; lá fora é o Barcelona que lhe enche as medidas. Também sonha ver o Farense de volta à primeira…                                                                                                                                                 O Diogo escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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