- Advertisement -

Marguerite Crayencour, mais conhecida pelo pseudónimo de Marguerite Yourcenar, escreveu a obra que por ora dá o título a este artigo. A história do livro em si pouco terá a ver com a ideia que vamos explanar. Atentemos, sim, no nome da narrativa.

É claramente visível a presença de negros ou mestiços na sociedade francesa. Tal como no nosso país, ou em outros países europeus com passados coloniais, tais como a Holanda ou Inglaterra. E se o domínio “negro” na NBA e no atletismo, principalmente, já é sobejamente conhecido a nível mundial, mas também noutros desportos, como futebol ou voleibol, por exemplo, a pouco e pouco os euro negros vão ganhando espaço nas comunidades da Europa. É preciso consciencializar populações e cidadãos para que a maioria dos nossos irmãos africanos já não são de África, por assim dizer. Têm-na no sangue, claro, e consigo a carregam.

Mas estão mais que integrados no nosso seio. E não devem apenas ser projetados como baluartes do desporto. Mas como pessoas com direitos e deveres, como as outras. Mais do que uma mensagem de apelo ao antirracismo e sua denúncia, devemos pensar que o mundo é como a tela de um pintor: fica mais alegre quanto mais cor tem. No ano em que o célebre discurso de Martin Luther King, em Washington, completou 50 anos, nada melhor que refletirmos um pouco sobre o tema. Certamente que já houve grandes avanços. Mas ainda falta.

Para os mais esotéricos foi Adão. Para os mais céticos e práticos foi de África que nasceu a vida humana. Talvez um pouco de um, um pouco de outro. Quantos seres humanos já se digladiaram por essas questões… As cores não passam disso mesmo; cores do nosso leque cromático. O que interessa são as pessoas. Contudo, o mundo fica mais bonito se abranger todas as cores do arco-íris.

Foto de Capa: NBA

Subscreve!

Artigos Populares

Champions League: UEFA revela 11 ideal da semana com João Neves e jogador do Sporting

João Neves e Maxi Araújo estão presentes no 11 ideal da primeira mão dos quartos de final da Champions League.

«A Liga Romena pode abrir-me portas para chegar a países e ligas ainda melhores» – Entrevista Bola na Rede a Diogo Ramalho

De Barcelos ao futebol romeno, Diogo Ramalho está a viver a sua primeira experiência fora de portas. Entre as memórias da sua formação, com Francisco Trincão e Francisco Moura e a afirmação em clubes de Segunda Liga e Liga 3 ao lado de Paulinho e Helder Barbosa, o médio português falou sobre a sua temporada no Farul, da Roménia e sobre o seu futuro.

Lúcia Alves e o percurso no Benfica: «Sem dúvida que é uma carreira que eu nunca pensei alcançar»

Lúcia Alves falou sobre vários temas à comunicação social em ambiente de Seleção. Jogadora abordou ainda percurso no Benfica.

Manuel Pellegrini responde ao Bola na Rede: «Na primeira parte conseguimos criar com todo o setor ofensivo»

Manuel Pellegrini analisou empate a uma bola entre Real Bétis e Braga na Europa League. O treinador irlandês respondeu à pergunta do Bola na Rede.

PUB

Mais Artigos Populares

Lúcia Alves em ambiente de Seleção: «Objetivo é chegar ao Mundial de 2027»

Lúcia Alves falou sobre vários temas à comunicação social. Portugal joga com a Letónia e a Eslováquia nos próximos dias.

À atenção do Sporting: Arsenal conta com regresso de peso aos treinos a menos de uma semana da 2ª mão da Champions League

Eberechi Eze está de volta aos treinos do Arsenal. Médio inglês volta às opções de Mikel Arteta a pouco tempo do embate diante do Sporting.

Fernando Gomes e o Mundial 2026: «Temos condições para ser um dos favoritos, mas não o favorito principal, pois esses são os que já...

Fernando Gomes acredita que Portugal tem condições para fazer um «excelente Mundial». Eis o que disse o presidente do Comité Olímpico de Portugal.