3 conclusões a reter sobre a última época de Basquetebol

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OLHOS POSTOS NO FUTURO

Henrique Barros (Esgueira Basket) e Francisco Amarante (FC Porto) já tiveram minutos relevantes nas respetivas equipas, após o Europeu
Fonte: FPB

Depois de um Campeonato da Europa sub-20 divisão B histórico para a seleção nacional, onde o MVP, inclusive, foi um jogador da nossa liga (Rafael Lisboa), era expectável que os clubes portugueses começassem a olhar um pouco mais para as potencialidades dos jovens atletas nacionais.

De imediato, o Esgueira adiantou-se com a contratação de Gustavo Teixeira e Henrique Barros (ambos se encontravam na Proliga e foram importantes na conquista do europeu). O Sporting, por outro lado, também contratou Jorge Embalo (internacional sub-20) e viu com bons olhos a contratação de jogadores com potencial na Proliga, como aconteceu por exemplo com a contratação do poste Jeremias Manjate ex-Belenenses.

Isto não só significou num proveitamento satisfatório dentro de campo, como também significou numa valorização muito importante dos jovens jogadores que pretendem dar o “salto” dos juniores para seniores, abrindo muitas portas para futuras gerações.

FC Porto e SL Benfica já tinham na formação algumas pérolas para lapidar e o sucesso no Europeu apenas ratificou o seu talento e a avidez que tinham de jogar entre os «grandes». Rafael Lisboa, de todos, não só foi o que teve mais minutos, como também o que demonstrou maior capacidade de resposta e de somar números, tornando-se o jogador com maior volume de assistências da liga (114, com uma média de 5.18 por jogo), demonstrando-se essencial para a equipa lisboeta. Por outro lado, Francisco Amarante e Voytso, mesmo não tendo os minutos que porventura mereciam, acabaram por demonstrar excelentes sinais que mais tarde ou mais cedo serão as principais referências nacionais da equipa azul e branca.

De resto, Amarante, Lisboa e Voytso já representaram a seleção nacional por duas ocasiões esta temporada e revelam excelentes perspetivas para o futuro nacional da modalidade.

Diogo Silva
Diogo Silvahttp://www.bolanarede.pt
O Diogo lembra-se de seguir futebol religiosamente desde que nasceu, e de se apaixonar pelo basquetebol assim que começou a praticar a modalidade (prática que durou uma década). O diálogo desportivo, nas longas viagens de carro com o pai, fez o Diogo sonhar com um jornalismo apaixonado e virtuoso.

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