20 a 16

20. Kent Bazemore – Atlanta Hawks: a temporada de Kent Bazemore deve mesmo começar em Atlanta. O que falta saber é se é lá que acaba. O extremo estabeleceu-se nos Hawks depois da saída de DeMarre Carroll, naquele que foi um dos períodos de maior sucesso da turma de Atlanta nos últimos largos anos. Agora, os Hawks estão em pleno estado de reconstrução, algo que ainda está para durar. Bazemore é o melhor jogador da equipa e terá muito espaço para brilhar e assumir a sua qualidade mais facilmente se ficar por Atlanta. Mas há muitas equipas com aspirações aos playoffs que podem usar o seu talento…

Fonte: Sacramento Kings

19. Bogdan Bogdanovic – Sacramento Kings: o sérvio chegou finalmente à NBA, depois de alguns anos na Europa e foi um dos poucos destaques numa época pouco conseguida dos Kings. Numa equipa que aposta forte em Buddy Hield, Bogdanovic fez muitos minutos como Small Forward, mas é como segundo base que Bogi se sente melhor e é aí que pode mostrar os seus dotes. É um jogador muito dotado ofensivamente e que tem tudo para ter uma época de sucesso individual nuns Kings que não devem fugir muito ao que fizeram no ano passado.

18. Eric Gordon – Houston Rockets: os dois lugares de base dos Rockets estão preenchidos por dois dos melhores jogadores da atualidade, mas há uma arma no banco que Mike D’Antoni sabe usar muito bem. Depois de um início de carreira auspicioso nos Clippers e Hornets/Pelicans, as lesões acabaram por abrandar o desenvolvimento de Gordon. Mas embora tenha perdido alguma da sua explosividade, EG foi capaz de desenvolver o seu lançamento exterior e é, hoje em dia e sem margem para dúvidas, um dos melhores atiradores na NBA. Um talento que encaixa como uma luva em Houston.

17. Tim Hardaway Jr. – New York Knicks: o pai deixou uma herança pesada no basquetebol e o filho ainda não foi capaz de atingir o mesmo nível. Porém, isso não significa que Tim Hardaway Jr. não seja um dos melhores na sua posição nos tempos que correm. Os Knicks escolheram-no no draft, subvalorizaram-no e deixaram-no ir para Atlanta e, depois de uma passagem bem sucedida, sobrevalorizaram-no e deram dinheiro a mais para que o jogador regressasse a New York. Hardaway era um marcador de pontos mais capaz do que os Knicks pensavam quando o deixaram sair, mas não era (e ainda não é) o jogador completo que os Knicks avaliaram em 71 milhões de dólares quando o fizeram regressar. Ainda assim, Hardaway tem tudo para continuar a evoluir com muito tempo de jogo sob o comando de Fizdale.

16. Dion Waiters – Miami Heat: após uma segunda metade de temporada em que foi uma das grandes figuras da liga e estrela de uns Heat que transformaram um recorde de 11-30 num 41-41, eram altas as expetativas de Waiters para a nova temporada. Mas a lesão que havia contraído era mais grave do que se esperava e o base acabou por falhar quase toda a temporada. Agora, Dion surgirá com um sentimento de revolta, tentando compensar o tempo perdido. A concorrência para o lugar é forte (e Wade ainda nem decidiu se volta a jogar), mas a abismal auto-confiança de Waiters e a sua versatilidade ofensiva podem fazer dele uma das figuras da equipa de Miami na nova temporada.

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