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NBA All Star’2015: Dia 1 – Rising Stars com futuro

Márcio Martins · 1 min

NBA All Star’2015: Dia 1 – Rising Stars com futuro

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Notícia de última hora: o Rising Stars Challenge deste ano pareceu-se com um jogo de basquetebol!

En anos anteriores, o encontro dos jogadores de primeiro e segundo ano não era mais que uma sucessão de 1-contra-0s e 1-contra-1s, uma colecção de jogadas individuais e afundanços sem qualquer oposição e qualquer semelhança com um jogo de basquetebol era pura coincidência.

Este ano, já se assemelhou a um jogo. Não um jogo a sério, claro, mas, pelo menos, já pareceu um jogo de basquetebol. A Team World venceu a Team USA, Andrew Wiggins levou o prémio de MVP, mas a maior vitória da noite vai para o novo formato, que veio dar uma identidade a este jogo.

Antes, com as Team Shaq, Team Barkley, Team Hill e afins, eram apenas dois grupos de jogadores a mandar umas bolas. Com este formato “Estados Unidos contra o Resto do Mundo”, os jogadores estão a representar alguém, os fãs identificam-se com uma ou outra equipa e torcem por uma delas.

O jogo ganha um contexto e um objectivo, ganha história e continuidade (no próximo ano, os Estados Unidos vão certamente querer vingar a derrota), gera mais interesse e um envolvimento maior de todas as partes.

Existem vários obstáculos para este ser um dia o formato do All Star Game e um dos maiores poderá ser a menor rotatividade de jogadores que aconteceria (durante vários anos, os 12 melhores americanos e os 12 melhores do resto do mundo poderiam ser quase sempre os mesmos).

No Rising Stars, a rotatividade de jogadores está assegurada pela natureza de evento (reservado apenas a rookies e sophomores), pelo que podemos ter um formato de sucesso para muitos e bons anos. No jogo das futuras estrelas, este formato tem futuro e veio salvar o evento.

Foto de Capa: @NBA

Márcio Martins

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