Mundiais Universitários de Ciclismo: Diferenças competitivas marcaram primeira prova

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Já começaram os Mundiais Universitários de  Ciclismo 2018, que decorrem este ano em Braga, tendo o contrarrelógio dado o pontapé de saída para o certame.

Da parte da manhã, disputou-se o crono feminino, com duas series de dez ciclistas. Logo na primeira ronda, a checa Tereza Korvasova estabeleceu um tempo abaixo dos seis minutos que ninguém seria capaz de bater. 

A polaca Marta Lach ficaria com a medalha de prata a pouco mais de 20 segundos da vencedora, enquanto Jaqueline Dietrich deu o bronze à Alemanha. A única participante nacional foi Soraia Silva, que fechou a prova no nono posto, a mais de dois minutos e meio da frente.

Já a vertente masculina foi disputada durante a tarde, com quase o dobro dos participantes. Também aqui sairia da primeira serie o grande vencedor, desta feita o australiano Liam Magennis. 

Algumas seleções não tinham equipamento adequado ao contrarrelógio
Fonte: José Baptista/Bola na Rede

Nos restantes lugares do podium, ficaram o polaco Piotr Konwa e o cipriota Andreas Miltiadis, último a partir para a estrada e que roubou a medalha ao australiano Cyrus Monk por somente quatro segundos.

Portugal teve quatro atletas em ação, sendo Pedro Lopes o melhor e o único a finalizar nos dez melhores, sendo sétimo.

Este primeiro dia ficou marcado também pelas grandes diferenças entre os tempos, fruto dos diferentes níveis competitivos a que cada atleta está habituado, mas também até da falta de equipamento adequado de algumas equipas.

José Baptista
José Baptista
O José tem um amor eclético pelo desporto, em que o Ciclismo e o Futebol Americano são os amores maiores. É licenciado em Direito (U. Minho) e em Psicologia (U. Porto).

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