Olheiro BnR: Juan Ayuso | Ciclismo

- Advertisement -

Juan Ayuso: remember the name. O cruzamento entre o povo espanhol, culturalmente ligado ao ciclismo, e a angústia de não ter um tubarão apostado em dar as maiores dentadas… Pode estar prestes a acabar.

Aqui ao lado, muito se tem debatido sobre a sucessão de Alberto Contador, “Purito” Rodriguez ou do próprio Alejandro Valverde, assim como a reflexão sobre a insuficiência espanhola em termos de resultados nas grandes competições do ciclismo mundial.

Existem nomes de qualidade, porém, sem a expressão que os seus antecessores conseguiram dar a uma das nações cronicamente de primeira linha na História da modalidade.

Até por aqui se entende que a evolução deste talento pode ser encarada como uma autêntica lufada de ar fresco, sendo também uma espécie de pressão adicional para o jovem de apenas 18 anos.

AFINAL, QUEM É JUAN AYUSO?

Sucintamente, estamos a falar de um produto em evolução, que tem vindo a materializar toda a qualidade evidenciada nos escalões de formação com uma crescente onda de resultados importantes, em conformidade com as expectativas criadas pela UAE Team Emirates, equipa que o agarrou ainda na primeira metade de 2020.

A vitória (e performance) no Giro U23, no passado mês de junho, marcou uma passagem importante pela Team Colpack Ballan, equipa onde pôde continuar a sua caminhada depois de brilhar insistentemente em Espanha, tendo-se já estreado ao serviço de Joxean Matxin Fernandez, inclusive no World Tour, com um 18.º lugar na clássica de San Sebastian.

O prodígio de Alicante (embora tenha nascido em Barcelona e vivido nos Estados Unidos da América) ainda se está a descobrir.

Descreve-se como um ciclista em desenvolvimento, com apetência para todos os terrenos e com a probabilidade de vir a brilhar em alta montanha a longo prazo, fazendo uso das suas características físicas “perfeitamente balanceadas”, como referiu “Matxin”, o homem forte do ciclismo da UAE Team Emirates.

Tamanho potencial baseia-se essencialmente no domínio em solo espanhol que conseguiu ainda dentro dos escalões de formação, nomeadamente, como júnior.

Ricardo Rebelo
Ricardo Rebelohttp://www.bolanarede.pt
O Ricardo é licenciado em Comunicação Social. Natural de Amarante, percorreu praticamente todos os pelados do distrito do Porto enquanto futebolista de formação, mas o sonho de seguir esse caminho deu lugar ao objetivo de se tornar jornalista. Encara a escrita e o desporto como dois dos maiores prazeres da vida, sendo um adepto incondicional de ciclismo desde 2011.

Subscreve!

Artigos Populares

Adana Demirspor afunda-se na Turquia e termina época com -54 pontos e 169 golos sofridos: eis o porquê

Clube turco acaba com um registo profundamente negativo que reflete uma época marcada por castigos e fragilidades competitivas.

Diogo Dalot após a vitória frente ao Liverpool: «Muito feliz pela qualificação para a Champions League»

Em declarações à sua assessoria de imprensa, Diogo Dalot refletiu sobre o triunfo do Manchester United diante do Liverpool.

Jaime Faria perde final do Challenger de Mauthausen após reviravolta

Jaime Faria saiu derrotado este domingo na final do Challenger de Mauthausen, na Áustria, depois de um duelo frente a Roman Safiullin.

Thun faz história e conquista o primeiro título na Suíça ao regressar à elite

O Thun sagrou-se campeão da Suíça pela primeira vez na sua história, num feito alcançado na época de regresso à primeira divisão.

PUB

Mais Artigos Populares

Começo demolidor acaba em desilusão | Famalicão 2-2 Benfica

O fulgor inicial do Benfica foi diluído numa saída de cabeça baixa, com um resultado que não só sabe a pouco, como abre portas a uma luta acesa com o Sporting por um lugar na Champions League.

Gil Vicente empata a zeros contra o Rio Ave e não aproveita tropeço do Famalicão na luta pelo 5º lugar

Não houve golos no empate entre o Rio Ave e o Gil Vicente. Gilistas não conseguiram apanhar o Famalicão na tabela.

Consagração sem travão na Luz | Benfica 3-1 Sporting

O Benfica entrou em campo com o Hexacampeonato já garantido. Não haverá, no final da época, assim tantas exibições memoráveis em que uma equipa com o título no bolso decida não puxar o 'travão de mão'.