O produto televisivo da WWE é uma lástima. As audiências têm diminuído há vários anos consecutivos e os próprios lutadores criticam as histórias nas quais estão envolvidos e a falta de orientação de todos os produtores.

O que a WWE continua a saber fazer bem são os PPV (prova disso são o Royal Rumble e a Wrestlemania deste ano). No entanto, no que toca a um programa televisivo de wrestling de qualidade, o AEW Dynamite é atualmente intocável.

Com uma mistura entre estrelas conhecidas e os maiores prodígios do circuito independente, o AEW Dynamite é um programa variado, desde os lutadores e dos personagens que protagonizam, ao tipo de combates e aos comentadores. O sucesso do AEW Dynamite foi visível durante as semanas consecutivas em que venceu a concorrência directa com o NXT, quase que obrigando a marca amarela da WWE a mudar de dia de transmissão.

Depois, a AEW também está a tentar fazer algo verdadeiramente fantástico.

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Através de acordos com outras empresas de wrestling, estrelas do Impact Wrestling e da NJPW já apareceram na AEW e vice-versa. Kenny Omega, o atual AEW World Champion, deverá lutar no futuro próximo pelo título mundial do Impact Wrestling, e KENTA (Hideo Itami, na WWE), também já apareceu no AEW Dynamite.

Esta troca de talentos entre empresas é uma das bases do wrestling tradicional, no entanto, nunca foi feito durante a era televisiva e tecnológica do século XXI. Até agora. Este é o factor que faz da AEW uma organização inovadora, entusiasmante e, até agora, bem-sucedida.

E quando no Dynamite podemos regularmente ver Chris Jericho, Jon Moxley (Dean Ambrose), Kenny Omega, Sting, Young Bucks, Christian Cage, Cody Rhodes, PAC, Luchas Bros, entre muitos outros, não há programa de wrestling que se possa equiparar.

Foto de Capa: AEW

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

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