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A 46.ª edição dos Campeonatos do Mundo de Esqui Alpino, teve lugar em Cortina Del Peso, em Itália. Refira-se que esta é a maior estância de desportos de inverno do país e que a mesma sucedeu a Are, na Suécia, que havia acolhido este certame no ano de 2019 (os mundiais disputam-se a cada dois anos).

Esta seria a primeira ocasião em que esta competição decorreria sem público, que, caso não houvesse pandemia, lotaria por completo as bancadas do recinto.

Para estes 15 dias de ação, havia no entanto outra novidade, falo-vos da pista masculina, onde teriam lugar as provas de velocidade, a “Vertigem”, palco novo para todos os competidores, visto que a mesma era para ser estreada na Taça do Mundo, no decorrer da temporada passada, na “festa final” (competição em que estão apenas os 25 mais pontuados de cada disciplina, os campeões do mundo juniores dessas mesmas especialidades e todos os esquiadores que queiram marcar presença nas provas, desde que tenham mais de 500 pontos na Taça do Mundo), mas tal não se verificou, uma vez que essa competição não foi realizada, devido ao alastramento da pandemia.

Apesar disso, todos sabiam da sua complexidade, até porque a mesma continha um salto, que recebera o nome de um dos maiores de sempre do país das pizzas, Christian Gedina, ex downhiller que estabeleceu como condição que esse salto tivesse mais de 40m de extensão.

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Após três dias em que as más condições de visibilidade, dado o extremo nevoeiro na parte alta das pistas, em que não foi possível arrancarem as provas de velocidade, por tradição as que abrem os Mundiais de esqui Alpino, foi por fim possível que o espetáculo tivesse início.

Vamos, pois, e como manda a educação, começar pelo que mais importante se passou no setor feminino dos Campeonatos do Mundo, no que diz respeito às velocistas.

Foto de Capa: FIS Alpine

Artigo redigido por Diogo Rodrigues

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