Superfinal, aí vamos nós!

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Lugar na Superfinal carimbado! Mais do que a goleada, o importante foram os três pontos conseguidos e o seu significado. Apenas a precisar de um ponto, Portugal fez um bom jogo e goleou a seleção do Azerbaijão por claros 9-3.

Logo no pontapé de saída, o Azerbaijão esteve perto de marcar, mas a barra evitou o primeiro. Este lance acabou por resultar num livre a favor de Portugal, mas Madjer não conseguiu aproveitar, atirando ao lado.

Passados os dois primeiros minutos de jogo, onde o Azerbaijão teve mais bola, Portugal começou a tomar conta do encontro, mantendo a matriz de jogo apresentado no Mundialito. Aos quatro minutos e meio, Jordan esteve perto do golo, mas Amid cortou em cima na linha e impediu o primeiro golo da partida. Um minuto depois, a seleção voltou a ficar perto de inaugurar o marcador, mas Bê Martins, após um bom passe de Jordan, cabeceou por cima.

O Azerbaijão procurava respondeu ao controlo português através dos livres-diretos de que ia dispondo. Exemplo disso, foi o livre-direto a meio do período, onde o empate ficou a milímetros de distância, pois Ramil rematou ao travessão.

A cerca de quatro minutos e trinta do intervalo, Portugal, por mais ma vez, ficou perto do primeiro, devido a um corte de Bruno Novo que obrigou Elchin a uma bela estirada.

Bê Martins e Ricardinho bisaram no jogo desta tarde Fonte: Facebook Oficial de Bê Martins
Bê Martins e Ricardinho bisaram no jogo desta tarde
Fonte: Facebook Oficial de Bê Martins

Portugal tinha o controlo do jogo e apesar de não estar a jogar a ritmo elevado, sempre que perdia a bola conseguia recuperá-la rapidamente, assim como, criava oportunidades para marcar. Contudo, o golo não parecia querer nada com a seleção nacional nestes primeiros doze minutos. Quem ficou perto de marcar foi a seleção do Azerbaijão. Amid, com um remate de meia distância, voltou a testar Andrade. Porém, a onze segundos da pausa, jogada entre os irmãos Martins e Bé disparou de pé esquerdo para o 1-0.

Numa primeira parte morna e poucas vezes bem jogada, Portugal estava na frente por 1-0. Mesmo assim, o resultado era escasso para todas as oportunidades que os comandados de Mário Narciso tinham conseguido criar.

A segunda parte teve um começo bem animado e logo na bola de saída, Ricardinho levantou e Madjer disparou o esférico para o fundo das redes adversárias, fazendo o 2-0 para a seleção nacional. Volvidos alguns segundos, Elchin rematou da sua área e Sabir, em frente a Andrade, desviou e reduziu o marcador. Na resposta e após uma recuperação de bola a meio-campo, Ricardinho disse sim a um belo passe de Bruno Novo e repôs a vantagem de dois golos. Pouco depois, esteve à vista o quarto, mas o guarda-redes contrário conseguiu parar o remate de Bruno Novo. Não marcou Portugal marcou o Azerbaijão. Recuperação de bola na defesa e Sabir levou tudo à frente e reduziu para 3-2.

Após dois minutos bem animados, Portugal colocou um cubo de gelo do encontro e voltou a tomar conta das rédeas da partida, utilizando a sua metódica matriz de jogo para aumentar o score e dezasseis minutos e meio Coimbra, ao segundo poste, apontou o 4-2. Nem um minuto depois, belo lance ofensivo da seleção das quinas e Jordan aumentou para 5-2.

Se Portugal, após os dois primeiros minutos, voltou a tomar conta do jogo, os golos de Coimbra e de Jordan vieram consolidar o domínio do encontro.

Até ao novo intervalo, a seleção nacional geriu a vantagem e a trinta segundos da pausa, ainda conseguiu aumentar o resultado para 6-2. Numa situação de pressão, Madjer consegue recuperar a bola e assistiu Bê Martins que, com a baliza completamente aberta, não desperdiçou.

Diogo Nunes
Diogo Nuneshttp://www.bolanarede.pt
Adepto ferrenho do Benfica, o Diogo deixou de sofrer golos nos rinques de Hóquei em Patins, a sua modalidade de eleição, para passar a descrevê-los em artigos.                                                                                                                                                 O Diogo escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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