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Foi a partir do sempre apetecível duelo ibérico que se definiu o primeiro finalista da liga europeia de futebol de praia. Portugal esteve por cima durante grande parte do encontro e apesar da melhoria de “nuestros hermanos” nos últimos doze minutos, a seleção portuguesa venceu por 4-3 e garantiu, pela terceira época consecutiva, a presença na final do europeu de futebol de praia.

A Espanha foi a primeira seleção a dispor de uma grande oportunidade para marcar, mas 10 Llorenc não conseguiu aproveitar um livre em boa posição. Pouco depois, novo livre para os espanhóis que Cintas também não aproveitou.

Aos quatro minutos de jogo e na primeira vez que Espanha deu espaço a Andrade, o guarda-redes português aproveitou e obrigou Pablo a uma enorme defesa. No respetivo canto, Portugal voltou a ficar perto de marcar, mas Coimbra cabeceou à barra.

Os minutos passavam e Portugal era a seleção que tinha mais posse de bola e assumia o jogo. Porém, não conseguia transformar esse controlo em golos. Nem mesmo de livre. A pouco mais de cinco minutos da pausa, Ricardinho dispôs de um livre em zona bastante favorável, mas rematou ao lado.

Com menos de três minutos para jogar, um desequilíbrio criado por Jordan terminou numa enorme defesa do guarda-redes espanhol, mas na recarga, Bê Martins não deixou escapar a oportunidade e abriu o ativo.

Concluído o primeiro período, o marcador indicava Portugal na frente por 1-0. Vantagem que se ajustava bem ao que se viu nos doze minutos iniciais. Mesmo sem conseguir um montante enorme de chances de golo, as que conseguiu construir foram perigosas e o pé quente de Bê Martins fez o resto.

Antonio, o capitão espanhol, esteve em grande ao assinar um hatrick. Fonte: Beach Soccer
Antonio, o capitão espanhol, esteve em grande ao assinar um hatrick.
Fonte: Beach Soccer

Jogado um minuto na segunda metade, um lance iniciado através de um lançamento de Andrade, terminou num toque de primeira de Jordan para Léo Martins que, solto de marcação, fez o 2-0.

A seleção portuguesa regressava bem da pausa e o controlo de jogo que já havia feito anteriormente, parecia estar a começar a dar mais frutos, ou seja, oportunidades de golo. No que toca à defesa, os comandados de Mário Narciso também estavam bem e iam fechando os caminhos da sua baliza.

Em desvantagem no marcador, a Espanha tentava mudar o rumo dos acontecimentos, mas não conseguia incomodar Andrade. Quem ia estando perto de marcar era Portugal que, que aos cinco minutos e meio do período, precisamente através de um remate de Andrade desviado pela areia, viu Zé Maria ficar isolado e quase a fazer o terceiro. Pouco depois, novamente Zé Maria, mas desta vez de livre, obrigou Pablo a uma grande estirada.

A cerca de cinco minutos de novo intervalo e após muita paciência na circulação de bola, Jordan ganhou espaço e servido por Bê Martins, apontou o 3-0.

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