Sporting CP 3-1 SC Braga: Três shots afundam os Gverreiros

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No primeiro jogo da final do Campeonato Nacional de Futsal, o Sporting CP recebeu o SC Braga – e venceu-lhe -, emblema que se estreava nesta fase decisiva da competição, após o SL Benfica na meia-final.

Os primeiros minutos da partida foram dominados pela equipa da casa, que, aproveitando o nervosismo dos jogadores bracarenses, chegaram ao golo cedo, num remate de Pedro Cary ao qual Xot não soube abordar da melhor forma, acabando por introduzir a bola na baliza. Dieguinho foi dos mais ativos neste período, espalhando alguma magia na quadra e animando as bancadas. Os leões rematavam com muita regularidade, tanto em jogo corrido como através de algumas bolas paradas estudadas, mas a pontaria acabava por não estar calibrada e, a meio do primeiro tempo, o jogo continuava com a vantagem mínima a favor da equipa de Nuno Dias.

A equipa gverreira acabou por ganhar novo fôlego e subir as suas linhas a partir dos dez minutos de jogo, começando a criar algum perigo e até assustando André Sousa, através de um cabeceamento ao poste direito da sua baliza. O jogo assumiu um cariz mais equilibrado, e foi preciso mais um lance estudado numa bola parada para o Sporting dobrar a vantagem; Merlim assiste Fortino na ponta direita e o italiano remata por baixo das pernas de Xot, que parece novamente mal batido.

Com cerca de três minutos para o término da primeira parte, o Sporting chegou à quinta falta e quase instantaneamente Paulo Tavares pede pausa técnica para falar calmamente com os seus jogadores, corrigindo algumas das posições, algo que acabou por não ter resultados práticos, uma vez que até ao apito final da primeira parte não houve situações de real perigo para cada uma das equipas.

O livre estudado que deu origem ao segundo golo leonino
O livre estudado que deu origem ao segundo golo leonino

A segunda parte da partida começou com mais um golo da equipa da casa. Fortino assiste Diogo, que fuzila completamente a baliza arsenalista, não dando qualquer hipótese a Xot. Nota para Varela, que entrou muito bem na segunda parte, conseguindo dinamizar o ataque leonino e até ajudando nas tarefas defensivas, mostrando que é cada vez mais um valor seguro nesta equipa leonina.

O Braga não se conformou com o golo madrugador dos atuais campeões nacionais, sendo a melhor altura da equipa em campo e voltando até a ter alguma infelicidade na partida, uma vez  que voltou a acertar nos ferros da baliza de André Sousa. O golo bracarense já se justificava e Bruno Cintra, aos nove minutos do segundo tempo, reduziu o marcador numa jogada de contra-ataque.

Tal como na primeira parte, o Sporting voltou a cometer alguma faltas, chegando aos doze minutos do segundo tempo já com as cinco faltas contra assinaladas, algo que condicionaria defensivamente a equipa de Nuno Dias. Falando no treinador leonino, este esteve sempre muito interventivo no banco de suplentes, corrigindo a sua equipa em canto e contestando por diversas vezes a equipa de arbitragem.

A equipa visitante, como seria de esperar, ganhou um novo alento com as cinco faltas; neste período os gverreiros remataram mais vezes do que no resto da partida, obrigando o Sporting a defender mais atrás e a apostar na velocidade dos seus elementos para alguns contra-ataques rápidos.

Com menos de cinco minutos para jogar, Paulo Tavares decide apostar na superioridade numérica de jogadores de campo, levando o Sporting a defender em 2-2 em frente à sua baliza e André Sousa a brilhar entre os postes.

Até ao final da partida, muita vontade e muitos remates por parte dos bracarenses mas também muito perigo nos contra-ataques do Sporting, que chegou a rematar ao poste da baliza de André Coelho.

Uma vitória difícil mas justa dos leões, com uma equipa bracarense que foi crescendo no encontro e acabou o jogo a pôr em sentido os leões. Há mais jogo na próxima quarta-feira.

 

Redação BnR
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