Última horaManchester United pode provocar ‘terramoto’ no que diz respeito aos treinadores: eis o alvo dos red devils
Publicidade

ACD Gulpilhares 3-12 SL Benfica: Encarnados goleiam sem brilho

Pedro Filipe · 3 min

Benfica Hóquei em Patins
Foto: Pedro Reis / Bola na Rede

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

A CRÓNICA: BENFICA A MEIO GÁS CARIMBOU APURAMENTO

Na festa da Taça, as gentes de Gulpilhares fizeram uma viagem ao passado quando a equipa militava na I Divisão. O sorteio dos 1/16 avos da Prova Rainha em Hóquei em Patins fizeram com que o SL Benfica e a equipa de Vila Nova de Gaia se voltassem a cruzar.

Os primeiros minutos jogaram a um ritmo bastante lento. O Benfica, com mais posse e mais adiantado no terreno, não criava muitas oportunidades e as situações que apareciam eram resolvidas por Rui Gomes e os seus companheiros de equipa.

Por volta do quinto minuto da partida, Pol Manrubia atirou da linha do meio campo para o fundo da baliza do Gulpilhares. Apesar do golo sofrido, a equipa do Gulpilhares não se amedrontou e criou várias oportunidades na sequência de transições rápidas, bem resolvidas pelo guarda-redes Rodrigo Vieira.

O marcador só voltou a mudar a 14 minutos do intervalo, com Nicolía a disparar também de longe e a fazer o 2-0. Contudo, o Gulpilhares fez o primeiro golo na jogada seguinte, por João Costa, que marcou na recarga a uma boa defesa do guardião encarnado.

O golo dos anfitriões acordou o Benfica, que fez três golos de rajada em menos de dois minutos e pôs-se a vencer por 5-1. Ao ver o encavalgamento do ritmo do jogo dos encarnados, o treinador do Gulpilhares requereu uma pausa técnica e o ritmo da partida voltou a diminuir até ao intervalo. Até ao final da primeira parte houve ainda um golo para cada um dos lados.

No segundo tempo, o Benfica atirou a todo o gás e fez logo no primeiro minuto o 7-2, por Nicolía. O jogo voltou a estar partido com mais golos para os encarnados e com o terceiro golo do Gulpilhares, numa boa jogada construída por Rafael Oliveira e finalizada por João Costa.

Ao décimo golo, os encarnados voltaram a abrandar e repartiram o domínio e a posse com a equipa da casa. Até ao final da partida, houve mais golos da equipa da Luz.

Vitória sem contestação dum Benfica a meio gás frente a um rival de um nível inferior, mas que mostrou ter vários jogadores talentosos.

A FIGURA

Rodrigo Vieira – O jovem guarda-redes encarnado mostrou ser uma boa alternativa ao capitão Pedro Henriques. Apesar da diferença de forças, o Gulpilhares conseguiu criar perigo e Ricardo Vieira teve várias intervenções a bom nível, mesmo a “frio” pôs o Benfica a passar mais tempo no ataque.

O FORA DE JOGO

Edu Lamas
Fonte: Pedro Miguel Reis / Bola na Rede

Primeiros minutos dos encarnados – O Benfica entrou muito lento na partida com uma troca de bola lenta e jogadas bastante previsíveis. Os desequilíbrios foram conseguidos, sobretudo de meia distância, que possibilitaram os dois primeiros golos. O golo do Gulpilhares acordou o “gigante” adormecido e a partir daí criaram o fosso no resultado.

 

ANÁLISE TÁTICA – ACD GULPILHARES

A equipa de Vila Nova de Gaia a competir na III Divisão apostou nos contra-ataques para levar perigo à baliza encarnada. Com as armas que tinham, os comandados por Pedro Pinto tentaram diminuir o ritmo de jogo para adormecer os encarnados. A estratégia ruiu precisamente depois do primeiro golo do Gulpilhares, que espevitou as aguias.

5 INICIAL E PONTUAÇÕES

Rui Gomes (7)

Diogo Granja (6)

Paulo Pereira (6)

Nuno Ferreira (6)

 João Pires (6)

SUBS UTILIZADOS

Rafael Ferreira (6)

João Costa (7)

Rafael Oliveira (6)

 

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

A equipa de Nuno Resende teve várias novidades na convocatória e no cinco inicial. O conjunto encarnado apresentou-se a um ritmo bastante mais baixo, só acelerando com o primeiro golo do Gulpilhares e no início da segunda parte. Perante a muralha dos homens do Gulpilhares em frente da sua grande área defensiva, os visitantes recorreram muitas vezes a meia distância para atacar a baliza de Rui Gomes.

5 INICIAL E PONTUAÇÕES

Rodrigo Vieira (7)

Edu Lamas (7)

Pablo Alvarez (7)

Pol Manrubia (8)

 Lucas Ordoñez (7)

SUBS UTILIZADOS

Pedro Henriques (-)

Tiago Sanches (6)

Carlos Nicolía (7)

Poka (8)

Gonçalo Pinto (7)

Artigo revisto por Joana Mendes

Pedro Filipe

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

A ligação do Celtic à cidade de Lisboa e a rumaria ao Jamor (1967)

A edição 2026/27 da UEFA Europa League marca o regresso do Celtic a Portugal, em especial à cidade de Lisboa. Onde já foi feliz e conquistou o maior título do seu palmarés: a Taça dos Campeões Europeus 1966/67. O momento é ainda mais histórico quando se olha para o histórico dos bhoys no nosso país. O Celtic jogou no nosso país por 13 vezes (12 contra equipas portuguesas) e venceu por três ocasiões. Duas das mesmas foram contra equipas lusas, ao Boavista (1-0 em 2002/03) e Vitória SC (2-1 em 1998/99). Na capital foi sempre derrotado por Benfica (quatro vezes) e Sporting (duas vezes). A exceção foi mesmo no dia 25 de maio de 1967.   Perante um Portugal ainda assombrado pela ditadura do Estado Novo, mas ainda assim anfitrião da final da competição, foi no Estádio do Jamor que se presenciou uma das mais épicas finais de sempre da Taça dos Campeões Europeus. Frente a frente com o Celtic estava o Inter de Milão. O estatuto de ambos não podia ser mais diferente. Enquanto os escoceses estavam numa final da Taça dos Campeões pela primeira vez, os italianos já eram bicampeões (venceram a competição em 1964 e 1965). Tal como era a primeira vez que uma equipa britânica estava na final, em contraste com os italianos que já a tinham vencido por três vezes (AC Milan em 1963 além das duas eterno rival da mesma cidade).

Jorge Afonso · 3 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Entrada à guerreiro na Dinamarca | FC Copenhaga x Braga

Tem início esta quinta-feira (dia 15 de outubro), a sexta edição da UEFA Conference League. Sinónimo de começo da caminhada da única equipa portuguesa na competição. O Braga desloca-se à Dinamarca para defrontar o Copenhaga. Duas equipas que têm um percurso semelhante na Conference League até ao momento. Ambas tiveram acesso à mesma através da passagem de três eliminatórias, os dois emblemas venceram quatro jogos e empataram dois e procuram agora entrar na competição com uma vitória. Se Copenhaga e Braga têm ambições a fazer um percurso europeu notável, o único aspeto que separa as duas equipas a nível interno. Se uma é já uma tradicional candidata ao título no seu país, a outra ainda está um patamar atrás dos tradicionais (três) candidatos. Entrar a ganhar na Conference League é muito importante para a equipa de Carlos Vicens começar um novo ciclo de bons resultados. Ocupando atualmente o sétimo lugar na Liga Portuguesa tendo mais jogos não ganhos (quatro) do que ganhos (três) e tendo tantos golos sofridos como marcados (oito cada), é relevante para os bracarenses reverter a situação o quanto antes. Dentro da própria equipa, a situação não aparenta estabilidade total. Se é verdade que o modelo tático é o mesmo desde a época passada e as próprias opções, que são múltiplas para cada posição, têm tido utilização regular, também é verdade que Vicens ainda não repetiu totalmente um onze de um jogo para outro. De jogo para jogo, tem existido praticamente uma alteração por setor, existindo sempre alguma incerteza nas opções e são poucos os que em condições normais são considerados "titulares indiscutíveis".

Jorge Afonso · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.